Alambamento

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Alambamento, casamento tradicional de Angola 31107/2009 por Débora cecília no último fim de semana eu fui convidada para um casamento em Cabinda. em Angola o casamento é composto por duas atapas: uma tradicional, chamada Alambamento, e a outra padrão, nas igrejas. eu fui para a tradiclonal. antes da festa o homem deve entregar ao pai da noiva uma carta pedindo a mão dela em casamento. isto deve ser feito formalmente, em um encontro na casa do pai. se o pedido for aceito pode-se dar início aos preparativos do evento. o dia do casamento a mulher se veste com um fato, uma roupa ípica do país, e o homem se veste com uma camisa social, terno Swipe to page e gravata. antes de c para testar se o mari em seguida os dois s espaço separado pa orn to view nut*ge debaixo de um pano, de. e até o altar (um o homem mais velho da parte da família da mãe e do pai são quem dirigem a cerimônia. após a entrada do casal tem início o momento das ofertas. entram várias mulheres carregando os presentes na cabeça, dançando e cantando uma música local. para se casar em Angola os palS da noiva fazem pedidos ao futuro marido. eralmente pede-se 10 grades de refrigerante, 10 grades e cerveja, 5 litros de vinho, 5 litros de uma bebida forte, um jogo completo de roupa para a mãe e para o pai e 300 doláres. antes do casamento o homem deve preparar tudo isso, para tornar tornar possível a união. no caso do casamento que eu fui, o marido tinha melhores condições e por isso o pedido dos pais da noiva foram mais recheados: 2 caixas de peixe, um saco de arroz, vános panos para a mãe, outros tantos para o pai, jogo completo de roupa para os pais, bebidas e 2. 100 doláres. depois da dança, as mulheres deixam tudo no chão e voltam para os seus lugares. tem por item é apresentado aos convidados e os ais vão checando tudo a partir de uma lista. quando esta parte acaba os líderes das fam[lias fazem um pequeno discurso e depois é servido o almoço. não há fila para se comer e é difícil alcançar a comida. o dj coloca o ritmo em alto som e as pessoas dançam a união do casal. Olá, pude dar um olhr no seu Blog e vi que tens um pouco sobre o casmento em cabinda e aconselho te de ir mais além ou seja o que viste por mim apesr de ser casamento tradicional je se encosta ao moderno. Para mais detalhes conversaremos.

Puna Puna, concordo em parte com o seu comentário. claro que não osso negar que mesmo os rituais mais tradicionals de Angola já passaram por várias transformações. isto se deve a própria natureza dos rituais, que com o passar dos tempos vão se transformando. o contato com o outro, a troca entre diferentes povos, possibilita isso. mas eu diria que ainda há muita tradição no alambamento, pois a essência do ritual ainda se mantêm. Por que eu acho que o pedido é mais importante que o casamento? Bem, fiquei com essa impressão porque se o alambamento não PAGF importante que o casamento?

Bem, fiquei com essa impressão porque se o alambamento não for aceito, não tem casamento também porque me parece que pode haver a cerimônia de alambamento e depols nem haver a de casamento. Também soube que muitas vezes as pessoas moram juntas, mas enquanto não é realizado o alambamento o genro não é considerado genro, por exemplo. Em Moçambique há inclusive uma denominação diferente. Se o homem casa com a mulher sem lobolar (o alambamento aqui chama lobolo), ele tem um nome. Depois de lobolar tem outra denominação. Eu sou angolano, epá acho essa sena do alambamento uma estupidez. uitos dlreitos da mulher, passam logo para segundo plano porque ela está a ser comprada. O marido passa a ter o direito de mandar na mulher porque pagou por ela. isso é um atraso. estamos no século 21 . Faz algum sentido eu pagar a mulher que amo e que ela também me ama. pagar a família? grades de cerveja? mas eu estou a casar com a noiva ou com a família? E os historiadores ainda acham esse evento uma graça. eu acho que os historiadores deveriam ajudar a acabar com certas palhaçadas Filipe, esta história tem dois lados. não é nada simples. e por um lado há quem olhe o Alambamento enquanto uma cultura, enquanto um ritual próprio de um povo, há também uem compartilhe do seu pensamento, percebendo uma ação negativa em relação a mulher. é fundamental que nós façamos esta análise a partir do contexto em que ela nasce e existe. não podemos trazer ideais de outras culturas e incluí-lo PAGF 91 partir do contexto em que ela nasce e existe. não podemos trazer ideais de outras culturas e inclui-los em Angola. é realmente muito complexo e eu te diria que não tenho uma opinião muito definida sobre isso.

Ola, sou a Cristina vivo em Angola ( Kwanza Sul) alambabento não significa comprar a mulher ou casar com a familha, mais ssim é ara agradecer as tias os tios os avos e o resto da familha, por terem ajudado a crairem ela, e não só por ex na na comunda da Pinda ou Denda la pedem boi tambem mais este boi ele fica no curral do pai da noiva em caso de morte, doença ou um outro problema esles vendem o boi ou mesmoa cria do mesmo para resolverem o problema. (se engravidares a moça em casa dos pais tems de dar uma vaca coberta). LAmbamento não é vender a filha.

O Alambamento é uma palhaçada mesmo, é mais uma forma de fortalecer o Maxismo na nossa sociedade, nem todas as tradições são exemplares, como por exemplo na índia onde quando o arido morre a mulher deve ser queimada viva junto com o marido, é um outro tipo de parvoíce , tal como o alambamento. Bem, aqui na nossa terra podemos preservar as outras inúmeras tradições q temos mas, o alambamento eu estou contra. Allatriste, todo ritual traz em si uma razão própria para existir. é neste ponto que nós devemos focalizar. or quê o Alambamento ainda se faz tão presente em Angola? o quê as mulheres sentem? como a população o enxerga? por quais conceitos ele perpassa? estas e outras tantas perguntas devem ser realizadas, para que então nós 91 conceitos ele perpassa? stas e outras tantas perguntas devem ser realizadas, para que então nós possamos fazer algumas conclusões. sem esta análise prévia toda e qualquer observação será fruto da nossa imposição de um pensamento, de uma cultura, de um valor. Estou a disposição. Abraços, Débora Cecília Oi Débora Oi Clara!

Valeu, vcs, estão divulgando uma cultura, mas, uma investigação como tal, não deve somente pontualizar-se nos arquivos fotográficos e muito menos no que vemos no ato, no caso desse fato, o que vemos no dia da festa do ” alambamento”. -Tem por de trás de tudo isso, uma vasta história. E se isso não acompanhar essa divulgação, se torna algo inócuo. – Como podemos ler as opiniões de ceros internautas, que acham um absurdo ou aberração. Então o que há por detrás disso? As fotos dão beleza aos trabalhos de monografias, teses de formação etc.

Mas e o fundamental? Estive esses dias em Angola, e fui convidado, a um Alambamento no Bairro Projeto Nova Vida. Os Compadres, como é comum se chamarem ’em Angola, são de nivel Académico alto. Eram Procuradores’, Juízes, Advogados, etc. Desde 2008 até esse último, já assisti três e um casamento. A matéria investigativa é muito rica. Sabia que cada objeto dado pelo Noivo tem uma simbolização? -Devo estar voltando em Angola, e sempre que tiver oportunidade e for convidado, evidarei esforços para assistir. Obrigado e bom serviço.

Olá Dias pedro, Concordo plenamente com as observações pontuadas por você. Infelizmente eu só tive a op s 1 Pedro, Concordo plenamente com as observações pontuadas por você. Infelizmente eu só tive a oportunidade de ir a um Alambamento, fato que me limitou muito no que diz respeito ao aprofundamento deste ritual. Tentei ser o mais objetiva possível no relato, para dar espaço as diversas interpretações. Gostaria de contar com novas informações suas, que tal dividir o seu olhar nestas páginas? Olá Débora?! sou Jesse Lobão, natural de Cabinda. precie com muito gosto seu artigo e interesse pela nossa cultura. entrementes, deixa-me apenas frisar que o alambamento nesta parcela do pais varia de região em região com pequenas diferenças. Para se constituir uma família, este é o acto mais valorativo entre os familiares e sendo de maior relevância do que o casamento civil e não observância do mesmo, pressupõe uma violação e falta de respeito pelos pais da jovem e desconsideração pelos usos e costumes. dote é bblico (alambamento) pese embora varie de regiões. m algumas familias, os filhos gerados nesta relação livre sem observância deste pressuposto tradicional, corre risco de vida. por via de regra, as pessoas casam-se e não reallzam o casamento civil e o homem pode contrair várias relações com as mesmas formalidades. após a apresentação do noivo, segue o alambamento. na apresentação do noivo, os dotes oferere a família da noiva, é da iniciativa do mesmo. é necessário a carta de pedido e valores monetários que acompanhe a carta. infelizmente tem havido muito oportunis edido e valores monetários que acompanhe a carta. nfelizmente tem havido muito oportunismo na lista que se faz quando se percebe que o noivo tem algum poder financeiro. por hoje é tudo. aguardo comunicação. Eu creio que o q precisamos saber na realidade. Com q principio começou esta história. pois parece q a insastifação quanto ao alambamento só reina nesta geração, e não temos tatos relatos dos nossos mais velhos d q antes também consideravam o alambamento como uma compra, porq se assim fosse nossas avós e nossos avôs nos diriam qual era o sentimento de passar por um alambamento.

Vejamos que hoje eles falam com orgulho de q passaram por este ritual. Hoje realmente tem havido muito oportunismo, porém ontém não foi assim, pois q não podemos nos esquecer q a anos atrás isso era um orgulho para a famila da mulher e expresava dignidade da parte familiar do homem. Apesar de ser um assunto que parece ser ultrapassado pela nova geracao, penso que algo de valor mistico esta detras do alambamento. Nunca foi pensado no sentido de venda ou compra da mulher.

Antes pelo contrario, a ideia fundamental foi sempre de alianca entre as duas familias [da noiva e do noivo]. E Slnal de aceitacao e de convivia. Se analizarmos muito bem, podemos chegar a observar que o gasto feito pelo homem pode igualar ao que a parte da mulher faz ao receber a familia do noivo. Isto e em caso de considerar o alambamento como simbolo de alianca. Ola Debora, Sou Leonaldo Gaspar, sou angolano e vivo em Luanda. Gostei mui PAGF 7 Sou Leonaldo Gaspar, sou angolano e vivo em Luanda.

Gostei muito do que vi aqui neste blog, alguns podem não acreditar mas cheguei até aqui porq queria entendei mais sobre este ritual porq estou preste a realizar um igual. Acreditem q a principio tambem achava que o alambamento fosse uma estupidez mas desde ntendi a essencia do acto, tenho a certeza absoluta que para além da dignidade que o homem e a sua familia retiram deste acto, a mulher e sua familia ganham respeito por parte da nossa sociedade angolana.

O MATRIMONIO Os Lundas celebram o matrimónio por premissa familiar. A conjugação matrimonial tradicional, a celebração do conceito da família através da união de seus filhos; ou a conjugação de duas famílias ou tribos, proporciona o bem estar dos povos nas aldeias ou em Regiões, porque nas Regiões dos Lundas quando se contrai matrimónio com a rapariga deste ou daquela aldeia, a artir daquela data as duas partes se familiarizam, assim os seus assuntos são passam a ser tratados em conjunto.

A tradição confere, as raparigas são ensinadas desde crianças a serem boas mulheres, ensinando-as também como lidar com as suas tradições e costumes e entre outras coisas, instruídas pelas senhoras idosas. Para este povo, como todos podem compreender, o matrimónio é um rito de grande importância, pois por meio deste, se concretizam novas alianças e se estabelece novos laços de parentesco e de sociabilidade de vizinhança e de interesse comuns. Inicialmente o Jo aços de parentesco e de sociabilidade de vizinhança e de interesse comuns.

Inicialmente o Jovem lunda em idade de arranjar cônjuge, a tradição deste povo exige a ele possuir a sua residência para morar construída com seu próprio esforço, sua lavra de mandioca, saber armar laços, armadilhas, pescar, caçar, habilitar- se em apicultor, praticar artesanato, etc. a casa e a lavra, são exigidas que se possua para quando o rapaz constituir a sua fam[lia, não venha ter problemas em morar e em alimentação, a lavra é emprego para a sua futura mulher, evitando desse modo depender dos seus progenitores.

Caso o rapaz não tiver nada que apresenta como está em altura de ter mulher, não é permitido contrar matrimónio. Depois destes requisitos, o jovem está em altura de arranjar co nJuge. Depois de o rapaz reunir as condições exigidas pela sua tradição, em parte, os pais e parentes do rapaz reúnem-se para indicar a futura esposa do seu filho. Após o encontro dessa família, encarrega-se aos tios do rapaz para manter contactos com os moradores próximos da aldeia da rapariga preferida, procurando-os o estar daquela família dentro e fora de aldeia, muito especlal o comportamento da mesma.

Com este método, facilita aos lundas saber o comportamento da apariga e dos seus pais. Depois das informações com relação aquela família, se forem excelentes, então os pais do rapaz dirigem-se aos familiares da futura nora, esclarecendo-os a sua intenção. As Avós da rapariga são as pessoas indicadas pela tradição a r esclarecendo-os a sua intenção.

As Avós da rapariga são as pessoas indicadas pela tradição a respondem ao mujimbu da família do rapaz, pois cabe a estas velhas darem a resposta porque são elas que a controlam em todos os seus afazeres e segredos. Depois de aceitação da família da rapariga, os pais do rapaz procedem com, a entrega de dote e asseguramento do futura conjugação dosa seus pequenos aos pais da rapariga, procedesse com esta cultura porque o matrimónio tradicional é acompanhado de alambamento (chikumba) que é a formalidade ritual que confere valor jurídico ? união dos dois.

Durante este encontro tem havido volúveis interrogações a respeito das duas ventres, se pela coincidência durante as interrogações forem notadas que a família do rapaz faz parte também da família da rapariga e que o rapaz for irmão ou tio desta, não é aceite. Dia seguinte isto depois do encontro das duas famílias, os pais o rapaz convidam o seu filho para o esclarecimento do que se tratou com a família da sua futura esposa.

O Rapaz é informado o nome da sua futura esposa e dos seus pais e a partir daquele instante, o rapaz toma o conhecimento do seu futuro matrimónio e proibindo-o fazer relações sexuais com a mesma antes da sua conjugação. A mulher é uma individualidade necessária para qualquer situação, pois o lar sem mulher é uma chana sem arvores que possam produzir sombra para os que lá viajam. Os Lundas nas suas aldeias quando recebem visita, o pirão que este primeiro come, é feita pela mulher do r

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