Logística

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INTRODUÇÃO Na busca pela completa satisfação do cliente, a organização precisa saber o significado da palavra qualidade que deve ser ampllada para antecipar, atender e superar as necessidades e as expectativas do cliente, ou seja, significa trabalhar com os clientes para conhecer seus verdadeiros desejos e objetivos. É preciso ficar claro que a Logística é uma arma para reduzir custos, ao otimizar o fluxo dos materiais e informações e atuar na queda do preço do produto ao provocar o giro rápido do estoque.

Logística também é capaz de integrar todas as atividades gerenciais controlando o flux ar 11 financeiros e informa es, to destino, com o prop fornecedores e client do, implementando ecursos humanos, 3 r m ao ponto, de cessidades dos Nesse trabalho veremos que o SCM auxilia e muito a “expansão” da Logística para fora do seu contexto, ou seja, o planejamento, a ação e os resultados não ficam limitados só ao ambiente externo da empresa e do setor logístico, mas se estende e abrange todo um grupo que vai desde os fabricantes do produto, até o consumidor final.

Supply Chain Management É uma ferramenta que, usando a Tecnologia da Informação (TI) ossibilita à empresa gerenciar a cadeia de suprimentos com maior eficiência e eficácia. O SCM permite que às empresas alcancem melhores padrões de competitividade. Em qualquer sociedade industrializada ou não, produtos devem ser movimentados fisicamente entre o local onde são produzidos O alinhamento das empresas que trazem produtos ou serviços ao mercado é chamado de cadeia de suprimentos (Supply Chain). Mutas pessoas usam o termo como um substituto ou sinônimo para Logística. No entanto, a definição de Supply Chain Management é mais ampla.

O conceito de Supply Chain Management surgiu como uma volução natural do conceito de Logística. Enquanto a Logística representa uma integração interna de atividades, o Supply Chain Management representa a integração externa, pois estende a coordenação dos fluxos de materiais e informações aos fornecedores e o consumidor final. Assim de acordo com o International Center for Competitive Excellence – university of North Caroline, 1994, SCM é a integração dos processos de negócios do usuário final através dos fornecedores que fornecem produtos, serviços e informações e agregam valor para os consumidores.

Pode-se afirmar que o SCM é uma abordagem sistêmica, altamente interativa e complexa, requerendo a consideração simultânea de muitos trade-offs, pois ele expande as fronteiras organizacionais e deve assim considerar, trade-offs dentro e entre as organizações no que diz respeito, por exemplo, a estoques: aonde inventários devem ser mantidos e onde atividades dlversas devem ser desenvolvidas. A natureza dinâmica do meio ambiente de negócios requer gerenciamento para avaliar e monitorar a performance da cadeia de suprimentos regular e freqüentemente.

Quanto às metas de performance não são alcançadas, o erenciamento deve avaliar alternativas possíveis para a cadeia de suprimentos e programar mudanças. As principais funções do SCM O sistema inclui processos de logística que abrangem desde a entrada de pedidos de clientes até a entrega do PAGF70F11 inclui processos de logística que abrangem desde a entrada de pedidos de clientes até a entrega do produto no seu destino final, envolvendo aí o relacionamento entre documentos, matérias-primas, equipamentos, informações, pessoas, meios de transporte, organizações, tempo etc.

Suas principais funções são: • Fiscalizar alguns indicadores de performance fundamentais ara o controle do resultado, como por exemplo, a qualidade e a inovação dos produtos e serviços, velocidade da execução dos processos, tempo de chegada ao mercado e aos consumidores, nível de serviço adequado às necessidades de cada cliente e custos compatíveis com a percepção de valor da demanda. • possibilitar à empresa usuána cumprir rigorosas condições de entrega e qualidade para os relacionamentos de longo prazo com clientes que se baseiam na produtividade. ?? ntegrar os fluxos de informações para as programações de envio e recebimento com os outros processos. A gestão da cadeia como um todo pode proporcionar uma série de maneiras pelas quais é possível aumentar a produtividade e, em consequência, contribuir significatlvamente para a redução de custos, assim como identificar formas de agregar valor aos produtos. No primeiro plano estariam a redução de estoques, compras mais vantajosas, a racionalização de transportes, a eliminação de desperdícios, etc.

O valor, por outro lado, seria criado mediante prazos confiáveis, atendimento no caso de emergências, facilidade de colocação de pedidos, serviço pós- venda, etc. O período, no qual nos encontramos, implica uma maior preocupação com as interfaces, dentro das empresas, entre as diferentes funções, além de maior destaque das considerações logísticas no mais alto nível de planej PAGF30F11 logísticas no mais alto nível de planejamento estratégico das corporações.

Outra questão que ganha relevância, nos dias atuais, é a inclusão da responsabilidade social no projeto de novos sistemas logísticos, como por exemplo: as questões ecológicas. Como todo conceito novo, nao há ainda um corpo de pensamento consolidado na área de Supply Chain Management. Os artigos e as pesquisas das principais autoridades em Logística em todo o mundo têm sua ênfase orientada ora pelas Operações . com uma ênfase em instrumental quantitativo), ora pelo Marketing . om uma ênfase em distribuição e canais), ora pela Engenharia . com uma ênfase em transportes e questões militares). Mas cabe aqui perguntar: se o conceito de Supply Chain Management representa uma visão de integração entre funções e empresas, ao longo da cadeia, esta nao deveria estar sendo refletida no pensamento logístico? Espera-se que isso venha a ocorrer, cada vez mais, à medida que mais pesquisadores e dediquem ao estudo da Logística, formados já dentro dos novos conceitos integradores.

Se é este o quadro em países avançados, o que dizer da situação no Brasil? Ninguém ignora que o ambiente econômico e de negócios em nosso pais sofreu imensas mudanças ao longo desta última década. A partir de 1990, a abertura da economia promoveu um choque competitivo que prosseguiu com a desregulamentação de diversos setores e com a privatização de empresas e indústrias inteiras. A estabilização iniciada em 1994, graças ao Plano Real, e a intensificação da integração regional, com a consolidação o MERCOSUL. onstituem outras mudanças com profundos impactos sobre as empresas e as condições de compe PAGFd0F11 outras mudanças com profundos impactos sobre as empresas e as condições de competitividade no mercado brasileiro. Um dos principais tem sido uma enorme busca de modernização e maior eficiência na área de logistlca, o que tem esbarrado, por um lado, nas deficiências de infra-estrutura e, por outro, na carência de conhecimentos e na formação de mão-de-obra especializada.

Gestão da Cadeia de Suprimentos A literatura sobre organizações, tanto os trabalhos acadêmicos uanto aqueles direcionados ao mundo executivo, está repleta de referências sobre cadeias produtivas. Todas essas correntes apontam para uma única direção: as empresas precisam repensar suas estratégias competitivas, competências centrais e principalmente fronteiras organizacionais. O SCM inclui processos de negócios que vai muito além das atividades relacionadas à logística integrada, considerando tanto os trade-offs internos quantos os interorganizacionais.

Exemplos destes processos são as compras e o desenvolvimento de novos fornecedores e produtos, este podendo envolver arketing, pesquisa e desenvolvimento, finanças, operações e logística. As fronteiras estão se tornando cada vez mais permeáveis, e em muitos casos difíceis de se identificar. A separação entre empresa e o ambiente passa a ser delimitada por linhas divisórias, incertas e mutáveis. Muitas vezes, a empresa se confunde com o ambiente, misturando fornecedores e clientes.

Fica difícil saber onde termina a cooperação e começa a concorrência. Entende- se que o SCM pode ser considerado uma tentativa de estabelecer um corte transversal das fronteiras organizacionais visando iabilizar a gestão de processos entre corporações. Os próprios autores advertem que “gerenciar uma autores advertem que “gerenciar uma cadeia de suprimento é uma tarefa desafiadora e que é muito mais fácil escrever definições sobre esses processos do que implementá-los”.

O sucesso no gerenciamento de cadeias de suprimento, por muitos, considerado a ultima fronteira na redução de custos, é um diferencial competitivo que não pode ser descartado no processo de globalização em que vivemos. Num ambiente cada vez mais competitivo, a pressão do mercado por uma rescente variedade de produtos e por melhores niveis de serviço ao menor custo possível, a tendência à especialização via terceirização/ desverticalização e a evolução cada vez mais rápida das tecnologias de informação e de telecomunicações têm feito com que o SCM esteja cada vez mais presente na agenda das empresas de todo o mundo.

Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos é a coordenação estratégica e sistêmica das funções de negócio tradicionais bem como as ações táticas que perpassam essas funções numa companhia e através de negócios dentro da cadeia logística com propósito de aprimorar a performance de longo prazo das companhias individualmente e da cadeia de suprimento como um todo. A integração externa, outra das dimensões de excelência logística, significa desenvolver relacionamentos cooperativos com os diversos participantes da cadeia de suprimentos, baseados na confiança, capacitação técnica e troca de informações.

A integração externa permite eliminar duplicidades, reduzir custos, acelerar o aprendizado e customizar serviços. Considera o gerenciamento da Cadeia de Suprimentos “a integração dos processos-chave de negócios desde os ornecedores que provêem produtos, se integração dos processos-chave de negócios desde os fornecedores que provêem produtos, serviços e informações que agregam valor para os consumidores até o usuário final e demais interessados no negócio.

Em resumo, a empresa precisa estabelecer a dimensão de sua cadeia produtiva assim como o tipo de relacionamento desejado com seus parceiros, estratégia fundamental para organizar, integrar e controlar todas as atividades da cadeia de suprimentos, sem os males tradicionais de uma companhia integrada verticalmente. Tecnologia da Informação (TI)

Discorrendo sobre a necessidade de informações rápidas, em tempo real e com alto grau precisão para uma gestão eficiente da logística e da cadeia de suprimentos, aponta três razões para tal: “Primeiro, clientes entendem que informações do andamento de uma ordem, disponibilidade de produtos, programação da entrega e dados do faturamento são elementos fundamentais do serviço ao cliente”.

Segundo, com a meta de redução do estoque em toda a cadeia de suprimentos, os executivos percebem que com informações adequadas, eles podem, efetivamente, reduzir estoques e necessidades de recursos humanos. Especialmente, o planejamento de necessidades sendo feito usando informações mais recentes, permite reduzir estoques através da minimização das incertezas da demanda. Em terceiro, a disponibilidade de informações aumenta a flexibilidade com respeito, a saber, quanto, quando e onde os recursos podem ser utilizados para obtenção de vantagem estratégica. Nível estratégico, onde a utilidade da informação está relacionada com decisões de investimentos, volumes e localização de demanda para decisões de localização de centros de distribuição, categorias de produtos a fabricar o emanda para decisões de localização de centros de distribuição, categorias de produtos a fabricar ou comercializar, para que sejam desenvolvidos fornecedores, etc… – Nível do planejamento, onde as informações são utilizadas por gerentes e supervisores para a alocação de recursos disponíveis para o atendimento das demandas, níveis de estoque em cada ponto da cadeia, etc.

Nível operacional, onde temos as operações da empresa como a evolução das ordens de produção no chão de fábrica, a entrada de pedidos de clientes, o faturamento das vendas efetuadas, etc. No outro eixo da matriz, ele coloca os atores principais da cadeia de suprimentos; fornecedores, fabricantes, distribuidores ou atacadistas, varejistas e consumidores. Com esta visualização matricial ele orienta que os sistemas de informação devem estar disponíveis e interligados de acordo com os diversos níveis de gestão de cada uma das entidades que compõem a cadeia de suprimentos.

Nesta matriz se deveria acrescentar outros dois atores; o transportador e o operador logístico. Estes dois elementos são considerados a cada dia mais estratégicos para o sucesso do Supply Chain Management, e seus sistemas de nformática vem sendo interligados com os demais participantes da cadeia de forma cada vez mais intensa, merecendo, portanto, serem considerados de maneira evidenciada ao se planejar sistemas informatizados de SCM. Estoques A função dos estoques no suprimento é agir como amortecedores entre suprimento e as necessidades de produção.

Os benefícios gerados no sistema são: ( Garantia de maior disponibilidade de componentes para a linha de produção, ( Redução do tempo previsto pela administração para ter a disponibilidade desejada, além de Redução do tempo previsto pela administração para ter a isponibilidade desejada, além de permitirem a redução dos custos de transporte através de maiores embarques. A rotatividade do estoque (a razão entre o volume de vendas e o estoque médio) é um coeficiente freqüentemente empregado para indicar a velocidade de giro do capital para estimar se o inventário de itens específicos está dentro de limites aceitáveis.

Portanto, quanto mais confiáveis e menores os prazos de entrega, tanto menores serão os estoques. Armazenagem de Produtos A armazenagem é a administração do espaço necessário para manter os estoques. O planejamento de armazéns inclui: localização, dimensionamento de área, arranjo físico, as baias de atracação, equipamentos para movimentação, tipo e sistemas de armazenagem, de sistemas informatizados para localização de estoques e mão de obra disponível. O funcionamento adequado do armazém exige que o mesmo disponha de um sistema rápido para transferência da carga, imobilizando o veiculo durante o menor tempo possível.

Quer seja próprio ou de terceiros, o funcionamento adequado do armazém requer que o mesmo seja projetado de forma a considerar todo o sistema, da origem dos produtos até o seu estino. As razões fundamentais para manutenção de um espaço para armazenagem são as seguintes: ( Reduzir custos de transporte e produção ( Coordenar suprimento e demanda ( Auxiliar os processos de produção e marketing Se todo o estoque será guardado quer em espaço próprio ou alugado, então as facilldades deverão ser suficientes para atender o nível máximo de estoque para uma temporada.

Caso seja utilizada uma combinação dessas modalidades então o espaço alugado deve atender aos picos de armazenag PAGF40F11 alugado deve atender aos picos de armazenagem, ou seja, ser tilizado apenas quando necessário, tendo em vista que é mais caro. Os depósitos da própria empresa prestam as seguintes classes de servlços ao usuano: ( Abrigo; ( Consolidação; ( Transferência e transbordo; ( Agrupamento ou composição de cargas.

Há uma série de serviços adicionais que podem e são oferecidos freqüentemente pelos armazéns públicos e são os seguintes: ( Manuseio, armazenagem e distribução por volumes (cubagem) e por peso; ( Armazenagem alfandegária; ( Aluguel de espaço fisico por metro quadrado; ( Espaço para escritório e exposição; serviços especiais e elefone; ( Inventário físico; ( Empacotamento e montagem; ( Marcação, etiquetagem, gravação e embalamento; ( Proteção e amarração da carga; ( Carga e descarga de veículos; ( Preparação de relatórios especiais de estoques; ( Emissão de warrant; ( Estufagem de contêineres; ( Pátios de estocagem. As principais modalidades de transporte Os elementos para seleção do modal ou combinação dos mesmos a serem utilizados, quer no transporte doméstico ou internacional, são os seguintes • ( Disponibilidade do Serviço; ( Valor do Frete; ( Tempo médio de entreg ilidade;

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