Realização variável dos pronomes tu e você

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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ POLO: LOURIVAL SILVA DOURADO LETRAS VERNÁCULAS JOSE ARMANDO CORREIA REALIZAÇAO VARIAVEL DOS PRONOMES TU E VOCE Tema. 5- Justificativa…………… Projeto apresentado requisito de atividad Elso Soares Leite e Fr Kanthack. or7 re cisco a áculas como 2. Aos tutores EAD: ntadora: Gessilene IBICUI 15/03/2011 SUMÁRIO 2- Problema…. — . Hipótese. 4- Objetivo.. DOCI Oie DOC LOC 1810. 29 16:11:05 DOC LOC -rudo Bem? Tudo e Vc? bem Vc é linda Obrigada I Quantos anos vc tem ? I 14 | VARIAVEL INDEPENDENTE Sexo (gênero masculino e feminino) e Idade (10 a 17 anos).

CORPUS E AS CÉLULAS SOCIAIS O corpus analisado foram quatro conversas de adolescentes na rede social MSN, sendo que são 2 pessoas do sexo feminino e 2 pessoas do sexo masculino de idades entre 10 a 17 anos. H I p OTESE Em conversas informais na rede social MSN a predominância do pronome você em detrimento do tu, sendo que as variáveis analisadas foram as sexo e idade. * OBJETIVO * Objetivo Geral: Demonstrar que o pronome você em conversas do MSN, é mais utilizado em ralação ao tu independe de idade do sexo pesquisado.

Objetivo Específico: A pesquisa realização teve sua fonte em falas informais de dolescentes, logo corresp e à norma padrão é pronomes tu e você, pois se sabe que o pronome tu veio permanentemente sendo abolida deixada de lado, onde o você passou a ganhar força intensa nos tempos atuais. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA * Como foi estudado a sociolinguistica tem como objetivo principal estudar a l[ngua em um contexto sociocultural e econômico, sendo ela heterogênea passível de variações e mudanças logo ela é segundo a autora ALKMIM (2001, p. 2): “A linguagem é vista como um organismo natural ao que se aplica, portanto, o conceito de evolução, desenvolvido por Darwin. ” Logo segundo a autora a linguagem tem um ciclo vital, ou seja, ela nasce, cresce se reproduz e morre. Segundo Dubois et al (1997, p. 609): ” o fenômeno no qual, na prática corrente, mais, numa época, num lugar e num grupo social dados, idêntica ao que ele é noutra época, em outro lugar e em outro grupo social. O trabalho apresentado pela autora Rachel de oliveira Pereira, levará em conta os pressupostos teoricos da teoria variacionista da quantitativa de Labov, visando identificar os fatores lingUísticos e extralingüísticos que determinam o uso dos pronomes de tratamento de referência a segunda pessoa no período em uestão. O corpus da pesquisa é baseado de acordo com 63 cartas trocadas entre os dois casais da Fam[lia Penna, oriundos de Santa Bárbara, interior de Minas Gerais. Affonso Penna é o descendente mais ilustre, o mesmo graduou- se em Direito e foi Presidente da República.

Seu filho tal qual o pal graduou-se em Direito também tendo uma breve vida política, sendo deputado duas vezes e eleito membro da Academia Brasileira de Letras. Durante a análise do corpus eram considerados P2 como segunda pessoa do singular e P3 como terceira pessoa do singular, onde o objeti AIGF3rl(F7 considerados P2 como segunda pessoa do singular e P3 como erceira pessoa do singular, onde o objetivo é analisar se prevalecem formas relacionadas ao tu e você, nessas cartas no fim do século XIX e inicio do XX. Alguns dados demonstraram que 88% dos casos constituem exemplos de segunda pessoa gramatical totalizando 603 ocorrências.

A forma de terceira pessoa, por sua vez, totaliza 79 ocorrências, que correspondem a 12% dos dados. Desta forma, pode-se verificar que o tu íntimo é predominante, conferindo uma maior informalidade ás cartas. Na análise das formas de P2 E P3 foram controlados diferentes fatores. O primeiro deles foi à categoria gramatical como o ronome reto, os pronomes complemento preposicionados, pronome possesslvo e também as desinências verbais relacionadas às 2a e 3a pessoas do singular no imperativo ou não. Outro fator analisado foram os tipos de sujeito-nulo ou pleno e sua concordância com o verbo foi outro ponto de análise.

Na verificação da regra variável com todos os dados levantados de tu e você, foram selecionados cinco grupos de fatores: o grupo categoria gramatical, grupo parte da carta, grupo carta predominante de tu ou de você, grupo gênero e geração. Para a análise foi observado à ocorrência das formas de tratamento em unção dos subtipos de pronome e formas desinenciais. Através da análise do peso relativo verica-se o favorecimento das formas de P2 como pronome complemento preposicionado (85) pronomes complemento nao preposicionado (79) pronomes possessivos. 59) Em síntese os resultados parecem indicar o início da formação de um paradigma pronominal que reflete um sincretismo entre a segunda e a terceira pessoa do singular. A partir de agora sendo analisados os dados relativos ao sujeito uma terceira pessoa do singular. A partir de agora sendo analisados os dados relativos ao sujeito uma vez que a distribuição da posição lena ou nula do sujeito mostrou-se polarizada entre você e tu, na maioria dos trabalhos e analises feitos até então.

Interessa- nos nesse momento, observar os dados de sujeito para verificar se nesse contexto a forma você já ocupa os mesmos espaços funcionais de tu. As fontes de pesquisa mostram que tu sujeito é mais utilizado pela família Penna, com Índice de 74%, cabe ressaltar que em fins do século XIX e inicio do século XX no português, o português ainda era uma Língua de sujeito nulo e as formas de tratamento empregadas, em contexto de maior intimidade eram as formas e P2 como sujeito não preenchido, o que explica a maior utilização de tu sujeito pela família Penna.

Demonstra também ao que diz respeito ao sujeito pleno tu e você possuem a mesma porcentagem de utilização 50% para cada um, a forma você é favorecida pelo preenchimento da posição de sujeito. O empate se deve pelo caráter amoroso das cartas que exigiram o preenchimento desta posição, visto que o pronome daria destaque ao referido. O fato de você estar ainda se estabelecendo no sistema e não em uma forma corriqueira utilizada quanto o tu, nos leva a crer que a forma você acaba avorecendo o preenchimento da posição de sujeito visto que, por ainda não está totalmente estabelecida no sistema, sua supressão nao era corriqueira.

A missivista concorda co o pronome tu com o verbo em terceira pessoa e constatou-se que as que as formas de P3 favorecem a concordância mais que as formas de P2 talvez pelo fato de você ainda estar entrando no sistema e ter seu curso ainda restrito, enquanto que a forma tu era largamente utilizada a mai ter seu curso ainda restrito, enquanto que a forma tu era largamente utilizada a mais passivel á ocorrência da não concordância . ? conveniente lembrar que nos postulados básicos discutidos em Labov, diz-se que em se tratando de mudanças linguísticas, as mulheres seriam responsáveis por introduzi- las no sistema.

Tanto homens quanto mulheres utilizam mais a forma tu com 90% e 87% respectivamente, no entanto, o peso relativo revela que apenas os homens favorecem a utilização de tu, com 0. 81 . As mulheres favorecem a forma você 0. 28. Entretanto dados demonstram que as divergências no que diz respeito ao tratamento entre as duas gerações de remetentes. É preciso lembrar que a primeira geração nasceu entre os anos e 1850, enquanto a segunda geração de remetentes nasceu nos anos de 1880.

Percebe-se que duas gerações favorecem a utilização do tu, no entanto analisando o peso relativo, vemos que na verdade apenas uma nova geração favorece a utilização do tu, a geração 2 nascida entre os anos de 1880. Este resultado curioso talvez possa ser explicado pelo fato de Marieta Penna (esposa de Affonso Penna Júnior) utilizar apenas formas de P2 e ter quase cinco vezes mais a quantidade de cartas escritas do seu marido, que escreve apenas formas de P3. Dentro do fator extralinguistico selecionado pela anállse da regra variável fol ? écada de nascimento dos remetentes.

Em fins o século XIX e início do século XX o tu ainda é mais empregado principalmente em contextos que denotam maior intimidade, embora os espaços formados por você mais tarde já aparecem delineados neste período: pronome sujeito preenchido e imperativo subjuntivo. No que diz respeito ao tipo de sujeito a pesar de você e tu terem obtidos a mesma p PAGFsrl(F7 subjuntivo. obtidos a mesma porcentagem em casos em que o sujeito era preenchimento desta posição, ao passo que tu possui frequência muito maior em contextos de sujeito nulo. * METODOLOGIA

Trata-se de uma pesquisa qualitativa e quantitativa, que busca observar se em conversas de adolescentes na rede social de comunicação especificadamente o MSN, ocorre à variação dos Pronomes Tu ou Você. E tal analise foi levado em consideração às seguintes fases de comunicação: Serão gravadas no computador as falas de vários adolescentes, os quais se comunicarão pelo MSN (homens e mulheres), de idades entre 13a 17 anos. E com isso se observará qual pronome é mais utilizado entre as conversas cotidianas dos adolescentes. * REFERÊNCIAS BIBLIÓGRAFICAS * DUBOIS, J. et al. Dicionário de lingüística.

Tradução de Barros et al. São Paulo/ Cultrix, 1997, p. 609 * ALKMIM, T. sociolinguística. In:MUSSALlM, P. ; BENTES, A. C. (Orgs. ). Introdução à lingüistica: domínios e fronteiras. São Paulo: cortez, 2001 , p. 22. PEREIRA, de Oliveira Rachel. “Negrão de Maria” & “Queridinho”: O tratamento pronominal em cartas amorosas da família Penna. LABOV, W. padrões sociolinguísticos. Trad. Marcos Bagno, Maria Marta Pereira Scherre, Caroline Rodrigues Cardoso. São Paulo: Parábola, 2008. Disponível em: http://www. parabolaeditorial . com. bMpadroes3-18. pdf. Acessado em 10 de março de 2011. PAGFarl(F7

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