Tcc- jogos infantis – a construção da matemática nas séries iniciais do ensino fundamental

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UNIVERSIDADE METROPOLITANA DE SANTOS NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO CIêNCIAS HUMANAS AGOGIA or27 to view nut*ge crntia XX,XX Cristiane XXXX Luzia XXXX Maria JOGOS INFANTIS: CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO DA MATEMÁTICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL infantis: Construção do conhecimento da Matemática nas séries iniciais do Ensino Fundamental Orientador Professor convidado Professor suplente 2009 SANTOS PAGF valioso instrumento ou apenas um passatempo; depende como é aplicado em sala de aula, e qual o papel assumido pelo professor.

A construção do conhecimento matemático, seus conceitos e o eal entendimento do sentido do número, não é um processo fácil e rápido, requer a construção passo a passo, de forma gradativa e eficiente. A criança chega à escola com experiências relativas a números, o número está presente em sua vida, no seu cotidiano, levar em consideração estas experiências é fundamental para que a aprendizagem seja significativa.

Por meio de estudos, fizemos levantamento de jogos que envolvem entendimento de números e resolução de problemas; foram investigados quais aspectos o professor pode analisar e avaliar durante as atividades, e o quanto é fundamental a postura de ediador assumida pelo professor, a adequação do jogo para a construção do conceito matemático pretendido, e a avaliação que deve ser contínua. O grande desafio do professor é a escolha do jogo, qual jogo leva a criança a pensar sobre os conceitos, como aplicar e como avaliar?

Essas são questões comuns aos professores e que precisam ser analisadas, caso contrário o jogo pode se tornar apenas um passatempo. pode-se concluir, segundo os estudos realizados, a necessidade de desenvolver o conhecimento matemático de maneira concreta, levando em consideração a realidade da criança e as coisas que realmente ão significativas para elas. E também que os jogos auxiliam a construção do conhecimento matemático e promovem uma aprendizagem significativa. SUMÁRIO INTRODUÇÃO 7 CAPÍTULO 10 1 . A criança, o jogo e a bnncadeira, um longo caminho 10 1. 1. Uma visão histórica 10 1. 2. O jogo e a educação 12 1. . 1 . A construção do conhecimento matemático 16 CAPÍTULO II 20 2. Jogos: Desafios e conquistas 20 2. 1. O conceito de número 20 2. 2. Os jogos em sala de aula 23 2. 2. 1. O papel do professor25 CONSIDERAÇÕES FINAIS 28 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 32 INTRODUÇÃO O ser humano, durante a história construiu conceitos atemáticos próprios e de acordo com suas necessidades, e esses conceitos foram gradativamente até hoje. Entendendo a complexidade destes conceitos e a necessidade da compreensão dos mes studos têm por base uma Nosso desejo é fazer com que os alunos aprendam significativamente e não tenham medo da Matemática.

Queremos que eles acreditem que são capazes, já que a proposta que anallsamos, os jogos, o erro é permitido, o que possibilita a reflexão crítica sobre as próprias ações, e que é possível aprender sem traumas. Ao brincar e jogar a criança pode ultrapassar as barreiras de uas próprias dificuldades. O jogo, além de ser uma opção divertida e instrutiva para os alunos entrarem em contato com o objeto de estudo, facilita o trabalho do educador, possibilitando-lhe maneiras de trabalhar em sala de aula e de atingir todos os alunos. ? fundamental que o professor compreenda como o processo da construção do conhecimento lógico-matemático ocorre, e o saber inicial da criança em relação aos conteúdos apresentados. Valoriza-se a necessidade de promover um ensino da Matemática vinculado à realidade do aluno, tornando a aprendizagem significativa, unindo assim a necessidade e o osto de aprender, fazendo-o sentir-se sujeito ativo no processo ensino/aprendizagem.

Parte-se do princípio de que, nas séries iniciais de alfabetização, o professor deva atuar a fim de encaminhar os primeiros passos da criança para a compreensão do mundo, para tanto, faz-se necessária a opção por uma abordagem metodológica vinculada à teoria construtivista e que possa vir a subsidiar o trabalho do educador em sala de aula, inclusive sob alguns aspectos considerados críticos no processo educacional, como a questão do erro que, segundo uma concepção tradicional, visa, muitas vezes, reprimir as ações do educando.

A proposta metodológica busca a forma mais natural de despertar na criança o interesse e o entusiasmo em querer aprender, pois por meio deles a criança torna interesse e o entusiasmo em querer aprender, pois por meio deles a criança torna-se capaz de decidir, de agir e ser responsável pelas suas ações, além intensificar as relações de socialização com outros colegas e com o próprio educador. É um grande desafio buscar, por meio do lúdico, resgatar a importância de se aprender Matemática, não como disciplina temerosa, mas como um aprendizado essencial para a vida.

Apresentaremos algumas pesquisas que mostram a criança a história, como era vista pelos adultos, sua relação com o jogo e a brincadeira, e como o jogo foi sendo incorporado na educação. Neste universo destacamos a construção do conhecimento matemático, as experiências vivenciadas pelas crianças antes de chegar à sala de aula acerca da Matemática. Analisamos por meio dos estudos de alguns autores a construção do conceito de número e o caminho a ser percorrido pela criança para o desenvolvimento do conhecimento lógico- matemático, sabendo que o conceito de número é construído pelo próprio sujeito.

Apontamos por fim a descrição de alguns jogos que achamos elevantes e que podem ser utilizados como meio para a construção de conceitos matemáticos, e como a atuação do professor interfere neste processo. Este estudo está organizado em dois capítulos. No Primeiro Capítulo trataremos da visão histórica dos jogos, e do jogo e a educação matemática. No Segundo Capítulo abordaremos o conceito de número, os jogos em sala de aula e o papel do professor. Nas Considerações Finais apontaremos a importância dos jogos para o conhecimento matemático. CAPÍTULO 1 .

A criança, o jogo e a brincadeira, um longo caminho Os jogos e as brincadeiras ocuparam, na Antiguidade, um lugar de estaque nas sociedades gregas e romanas. Toda a comunidade participava dos jogos e brincadeiras como forma de estreitar os laços afetivos, e as crianças partlcipavam em igualdade com os adultos. Os estudos e pesquisas de Áries (1981) a criança, na antiguidade, era vista como um adulto em miniatura, a infância não existia. Na Idade Média a cultura popular medieval estava impregnada de jogos, mas o jogo estava presente apenas na sociedade e fora da educação, que era dominada pelo catolicismo.

O catolicismo olhava os jogos e brincadeiras com desconfiança, e impunha uma educação rígida e disciplinada. ?ries (1981) cita que as escolas medievais não eram destinadas às crianças. “Se considerarmos essa indiferença com relação à idade… nao nos surpreenderíamos em ver na escola medieval todas as idades confundidas no mesmo auditório. ” (Áries, 1981, p. 166) Por muito tempo a criança foi considerada um empecilho, mas com o fim da Idade Média, novos pensamentos surgiram, e o conhecimento deixou de ser religioso, passando a ser racional e cientifico.

As novas concepções pedagógicas concedem ao jogo um importante lugar na educação. Segundo as pesquisas de Kishimoto (1999), alguns educadores arcaram essa época com suas ideias pedagógicas, como Rousseau (1745-1827) e Frõbel (1782-1852) e Maria Montessori (1870-1952). Destacaremos aqui, Fróbel (1917), considerado o pedagogo do romantismo. Ele acreditava que era necessário reforçar na criança sua capacidade criativa, e destacava o jogo como atividade específica da crian a. Na sua obra Pedagogia dos Jardins de Infância (1917) específica da criança.

Na sua obra Pedagogia dos Jardins de Infância (1917) ele observa que a chave para conhecermos a criança pequena é a brincadeira. Frbbel (1917) promoveu uma significativa mudança na estrutura as instituições, priorizando e valorizando o gesto, o canto e a linguagem, destacando o jogo e o trabalho manual. O movimento na Nova Escola deu continuidade a concepção da criança lúdica. A partir das décadas de 60 e 70, a psicologia do desenvolvimento e da psicanálise contribuiu para que a infância fosse tida como o principal período do desenvolvimento humano, enfatizando o papel da brincadeira.

Piaget (1975) foi um dos grandes estudiosos da pslcologia do desenvolvmento e dedicou se à gênese da inteligência e da lógica. A criança, dentro da visão sócio-histórica, está em constante udança; atualmente está inserida no mundo social, interagindo com adultos, fazendo parte da sociedade, com seu papel de criança definido. Segundo os PCNs, A Matemática é componente importante na construção da cidadania, na medida em que a sociedade se utiliza cada vez mais, de conhecimentos científicos e recursos tecnológicos, dos quais os cidadãos devem se apropriar (PCN MATEMÁTICA, 2001 -p. 9). A educação atual pretende formar a criança em sua totalidade, como ser humano e cidadão crítico e consciente sendo capaz de transformar sua realidade. Os jogos entram em cena como importantes instrumentos pedagógicos que auxiliam o esenvolvimento da criança. PAGF 8 OF Companhia, percebeu que os jogos poderiam ser recursos para o ensino, e passou a utilizá-los, por meio de exercícios lúdicos e tabelas. No inicio deste século o jogo ganha importância e se expande na área da educação, e as relações entre jogo e educação são largamente discutidas.

Jogo, segundo o dicionário: “Atividade física ou mental fundamentada em sistema de regras que definem a perda ou ganho” (FERREIRA, 2002, p. 408). Na educação, o termo jogo, segundo Fromberg (in: Kishimoto, 1999), assume características como simbolismo, significação, tividade, voluntário e episódico. A criança quando joga precisa representar a realidade e atitudes, relacionar experiências e desenvolver metas.

Vigostsky (1988) relaciona o ato de brincar e o jogo com a realidade social da criança, e Piaget (1975), reconhece o comportamento de assimilação e acomodação na brincadeira; e para Kishimoto (1 999), o jogo é carregado de conteúdos culturais e os conhecimentos são adquiridos socialmente. Os jogos e as brincadeiras fazem parte do mundo da criança e vêm sendo usados como importantes recursos para a aprendizagem matemática, não se limitando apenas ao lúdlco. A mportância dos jogos e brincadeiras na socialização das crianças que estabelecem relações com seus parceiros e aprendem a se organizarem em grupo. ? muito importante a intervenção do professor, antes, durante e após a realização do jogo ou da brincadeira. Eles são altamente motivadores, mas as situações competitivas expõem potencialidades dos participantes e podem afetar suas emoções pondo a prova seus limites. O caráter coletivo dos jogos e bnncadeiras permite que o grupo se estruture, onde as crianças estabelecem relações ricas, de troca, aprendem a esperar por sua vez, a lidar com regras, a conscientização de que e troca, aprendem a esperar por sua vez, a lidar com regras, a conscientização de que podem ganhar ou perder.

Os jogos numéricos permitem às crianças utilizarem números e suas representações ampliam a contagem, estabelecem correspondências, operam cartões, dados, dominós, baralhos permitem as crianças se familiarizarem com pequenos números, com a contagem a comparação e adição. Os jogos com pistas ou tabuleiros numerados, em que se fazem deslocamentos de um objeto, permitem fazer correspondências, contar de um em um, de dois em dois etc. Jogos de cartas permitem a distribuição, omparação de quantidades, reunião de coleções e familiaridade com resultados aditivos.

A função dos jogos e das brincadeiras, não se limita ao mundo das emoções e da sensibilidade, mas faz parte da evolução das funções mentais superiores, contribuindo para o desenvolvimento do pensamento inteligente. O trabalho comJogos requer uma organização prévia e uma reavaliação constante (MACEDO, 2000, p. 24). O jogo e a brincadeira são sempre situações em que a criança realiza, constrói e se apropria de conhecimentos das mais diversas ordens. Possibilitando a construção de categorias e a mpliação dos conceitos das várias áreas do conhecimento.

Assim o brincar assume papel didático e pode ser explorado no processo educativo. A aprendizagem geralmente ocorre quando se problematiza o conhecimento para o aluno, sendo que problematizar é colocar, com a criança uma questão básica que suscite um processo de aprendizagem, apresentando de forma que ele constitua uma questão real para o educando, um problema a ser solucionado. Existem inúmeras maneiras de se problematizar um mesmo conteúdo. Os jogos e brincadeiras têm suas vantagens no ensino da Matemática, desde que o rofesso

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