Configuração do apache

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:. Configuração básica A maior parte da configuração do Apache pode ser feita através de um único arquivo, o httpd. conf, que no Debian pode ser encontrado no diretório /etc/ apache’. Lembre-se que asslrn como todos os arquvos de configuração, você precisa editá-lo como root. para isso abra um terminal e rode o comando “sul’, forneça a senha de root e depois abra o arquivo com o comando: kedit le c/apache/ httpd. conf A primeira configuração importante é a (ou as) portas TCP que serão usadas pelo servidor.

Por default, po PACE 1 org banda larga, como p exemplo o Speedy d os usuários a manter o view nut*ge ns serviços de sta porta, obrigando seus servidores em portas alternativas. Voc também pode alterar a porta para manter o seu servidor um pouco mais secreto, principalmente se for utilizada uma porta acima de 1024, já que além do endereço IP ou domínio, os visitantes precisariam saber também a porta do servidor. A configuração da porta está perto do final do arquivo, na linha: port 80 (use o localizar do editor de textos para encontrar mais fácil). Veja que por default o Apache escuta a porta a 80. asta alterar o 80 pela porta desejada e salvar o arquivo. Para que a alteração entre em vigor é reciso reiniciar o apache com o comando “/etc/init. d/apache restart” ou, ” service Lembre-se que ao alterar a porta os visitantes precisarão incluir o novo número no endereço. Se você for utilizar a porta 1080 por exemplo, todos deverão acessar o endereço “http://seu. dominio. com:1080”. Você pode também fazer com que o servidor escute em mais de uma porta simultaneamente usando o recurso ginding. Para isso, basta incluir o parâmetro “Listen porta” logo abaixo da linha “Port 80” que configuramos acima.

Para que ele escute também nas portas 1080 e 2480 por exemplo, bastaria inclulr: Listen 1080 Listen 2480 Caso o servidor tenha mais de uma placa de rede, você pode utilizar o parâmetro “Listen IP_da_placa:porta”. Se por exemplo estão instaladas duas placas de rede, uma com o endereço 222. 132. 65. 143 e a segunda no endereço 192. 168. 0. 1 e você quer que ele escute em ambas, nas portas 1 080 e 2480, bastaria incluir: Listen 222. 132. 65. 143 222. 132. 55. 143 :2480 192. 168. 0. 1 :1080 192. 1 68. 0. 1 :2480 Não existe limitação para o uso deste recurso.

Você pode fazer o servidor escutar ficam guardados numa pasta diferente e o servidor se encarrega de direcionar cada visitante ao site correto. Servidores como os dos serviços de hospedagem gratuita chegam a hospedar mals de 10. 000 sites num único servidor Apache usando este recurso. Existem duas formas de fazer isso. A primeira é ter um servidor com vários endereços IP e vincular cada site a um endereço (IP-Based). A segunda forma é ter um único endereço IP e vincular cada site a um nome de domínio, que é a forma mais usada (Name-Based).

Vamos ver primeiro a opção com múltiplos endereços IP que é a mais simples e em seguida a com vários nomes. IP-aased Esta opção é útil caso você tenha mais de um link no mesmo ervidor. Você pode usar um unico servidor para duas linhas ADSL, ou duas linhas TI por exemplo, ou pode ainda ter uma única placa de rede configurada para receber conexoes em vanos endereços IP, usando alises. Para criar aliases para sua placa de rede, basta usar o ifconfig, informando a placa de rede que receberá o alias (etO, etl, etc. ) e o endereço IP em que ela passará a escutar.

O alias é apenas um apelido; ele não altera a configuração original da placa de rede, apenas faz com que ela passe a se comportar como se fosse várias placas, escutando em vários endereços diferentes. ? sem dúvida um recurso muito interessante 😉 Se você deseja que a sua i passe a escutar também AtGF3rl(F8 você deseja que a sua interface ethO passe a escutar também nos endereços 220. 177. 156. 2, 220. 177. 156. 3 e 220. 177. 156. 4, os comandos # ifconfig ethO:0 220. 177. 156. 2 # ifconfig ethO:1 220. 177. 156. 3 # ifconfig 220. 177. 156. Um detalhe importante é que os alises são desativados sempre que o servidor é reiniciado. Para que a alteração seja permanente é necessário adicionar os comandos no arquivo /etc/init. d/bootmisc. sh para que eles sejam executados a cada boot. No Apache, basta criar seções no arquivo httpd. conf, indicando as configurações de cada site, como por exemplo: ServerAdmin [email protected] com DocumentRoot /var/www/roberto/w•vw. n. ‘ ServerName www. roberto. com. br ErrorLog Isites/roberto/logs/error_log TransferLog Isites/roberto/logs/access_log ServerAdmin [email protected] om DocumentRoot ServerName v’. ww. maria. com. br ErrorLog /sites/maria/logs/error_log TransferLog Isites/maria/logs/access_log Criamos aqui a configuração para dois sites distintos, um no endereço 220. 177. 156. 2 e o outro no 220. 177. 156. 3. anto faz se cada endereço orresponde a uma placa de rede separada ou se são al PAGF 8 a única placa. O que especificado na primeira linha, opção VirtualHost. A próxima linha “SewerAdmin” permite especificar o e-mail do administrador, para onde serão enviadas mensagens de erro e avisos de anormalidades no servidor.

A opção DocumentRoot é outra configuração crucial, simplesmente por que diz em que pastas ficarão armazenados os arquivos do site em questão. Naturalmente cada site deve ter sua própria pasta, que deve ser acessível ao cliente via ftp, ssh ou outra forma qualquer, para que ele possa dar upload dos arquivos do ite. Isto significa que além de configurar o Apache, você deve criar para ele um usuário no sistema e configurar um servidor de FTP ou SSH. Para finalizar, use o comando “chown -R usuário pasta” para transformar o usuário em dono da pasta e o comando “chmod 755 pasta” para acertar as permissões de acesso.

Isto faz com que o dono tenha controle total e os demais usuários (e visitantes do site) possam apenas ler os arquivos e executar scripts postos no servidor, sem permissão para gravar ou alterar nada. A opção ServerName indica o nome de domínio do servidor e não é necessária caso o ite vá ser acessado apenas através do endereço IP. Finalmente temos a locallzação dos dois arquivos de log: ErrorLog e TransferLog. Por padrão estes arquivos devem ficar dentro da pasta logs, no diretório raiz do site, separados dos arquivos disponibilizados ao público a pasta www. isponibilizados ao público, que ficam na pasta W’vvw’. Naturalmente você pode usar outras localizações se quiser, é apenas uma convenção. . Name-Based Esta segunda opção é bem mais usada que a IP-3ased, por isso deixei por ultimo, caso contrário era capaz de você pular o outro tópico 😉 A configuração baseada em nomes permite que você hospede vários sites, cada um com seu proprio nome de domínio num servidor com um único link e um único A configuração no arquivo httpd. conf é até mais simples que a baseada em IP.

A seção fica: NameVirtualHost * ServerName wtww. lojasbahia-com. br DocumentRoot /sites/lojasbahia ServerName www. piracicaba. org DocumentRoot ‘sites/piracicaba A primeira linha “NameVirtualHost especifica o endereço IP e porta do servidor principal. Nós já configuramos isso acima, nas opções Port e Listen, por isso o uso o asterisco, que diz apenas que o servidor deve usar as onfigurações feitas acima. Em seguida temos as seções VirtualHost, que especificam o nome de domínio e o diretório local onde ficam os ar uivos de cada um.

A idéia aqui é que o visitan me de domínio do site no domínio, que pode ser feito na Fapesp, Internic ou outro órgão responsável. No registro do domínio você deverá fornecer dois endereços de DNS (primário e secundário). Se você tiver apenas um, existe um pequeno truque: conecte-se via modem na hora de fazer o registro, assim você terá dois endereços (o do link e o do modem) e conseguirá fazer o registro. Naturalmente neste caso você erde a redundância, se o seu link principal cair seu site ficará fora do ar. É aqui que acaba o trabalho deles e começa o seu.

Ao acessar o domínio, o visltante é direcionado para o endereço de DNS fornecido no registro. Isto significa que… bingo! além do Apache você vai precisar de um servidor de DNS 🙂 O DNS não precisa necessariamente ser uma máquina separada. Você pode usar o bind, instalável através do comando: # apt-get install bind9 dnsutils A configuração é feita através do arquivo letc/bind/named. conf, onde você deve especificar todos os nomes de domínio dos sites hospedados no ervidor Apache, configurando todos com o IP do servidor.

Você pode encontrar mais informações sobre a configuração do Bind no Debian aqui: http://www. debian. org/doc/manuals/network-administrator/ch -bind. html Isto faz com que a requisição do cliente seja direcionada da Fapesp para o seu sewidor DNS e dele para o servidor Apache. O ciclo se fecha e o cliente consegue finalmente acessar a página. Caso você esteja hospedando subdomínios, ou s Caso você esteja hospedando subdomínios, ou seja, endereços como “www. fu ano. guiadohardware. net”, “www. ciclano. guiadohardware. net”, etc. como fazem serviços como o hpg, a configuração continua basicamente a mesma.

Você especifica o sub-domínio do cliente na configuração do VirtualHost do Apache e também no servidor de DNS. Como no caso anterior, você deve informar o endereço do seu semdor de DNS no registro do domínio. Como os servidores de registro de domínio lêem as IJRLs de trás para a frente, todos os acessos a subdomínios dentro do guiadohardware. net serão enviados para o seu servidor DNS e daí para o servidor Apache. Esta configuração manual funciona para pequenos servidores, que hospedam algumas ezenas ou centenas de páginas.

Grandes serwços de hospedagem geralmente acabam desenvolvendo algum tipo de sistema para automatizar a tarefa. Nos serviços de hospedagem gratuita por exemplo, onde o número de clientes é assustadoramente grande, as alterações são feitas automáticamente quando o visitante faz seu cadastro. Conforme o número de usuários cresce e o espaço em disco no semdor começa a ficar escasso, você começará a sentir falta de um sistema de quotas que limite o espaço que cada usuário pode usar. Para isso, consulte o tópico sobre quotas de disco. PAGF8rl(F8

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