Analise de risco

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Análise de Crédito Risco de Crédito Michele da Silva RA910110260 Stefany pereira 910110250 Março / 201 1 universidade Nove de Julho (UNINOVE) São paulo-sp A análise de crédito consiste em atribuir valores a um conjunto de fatores que permitam a emissão de um parecer sobre determinada operação de crédito, ou seja, é o momento no qual o agente cedente irá avaliar o potencial de retorno do tomador do crédito, bem como, os riscos inerentes à concessão.

Para cada fator individual emitimos um valor subjetivo (positivo ou negativo), se o conjunto de fatores apresentarem alores positivos em maior número que os negativos, a tendência é que o parecer seja favorável a concessão do crédito. O processo de concessão de crédito para pessoas físicas ou jurídicas é muito parecido, todos têm um fluxo bem semelhante, fontes de rendas e suas despesas que podem ser de curto ou longo prazo.

Multas vezes a falta de controle, o surgimento de despesas imprevistas ou outros fatores, fazem com que exista a necessidade se buscar um suprimento de dinheiro extra para preencher esta lacuna aberta em um orçamento. Nesta situação é que surge o profissional de crédito com a issão de analisar se este proponente merece que a empresa/ instituição conceda à ele os recursos que necessita. -lal Studia utilizam equações para realizarem a análise e a concessão do crédito que são: Equação: Caráter + Capacidade + Patrimônio + Garantia = ou Risco Caráter – A intenção do cliente em saldar a operação tomada.

Tendo como equação: Pontualidade + Restritivos + Identificação = ou > Risco Capacidade – Condição ou habilidade apresentada por um tomador de crédito para honrar seus compromissos. Tendo como equação: Idade + Estado Civil Fonte de Renda + Tempo de Atividade = ou > Risco Patrimônio – Situação econômica, recursos e bens existentes que possam ser utilizados para honrar a dívida. Tendo como equaçao: Comprovação de Existência + Valor de Mercado + Identificação da Origem = ou > Risco Garantia – As garantias têm com objetivo dar reforço ? segurança nas operações de crédito.

Tendo como equação: Liquidez Valor de Mercado + Correta Formalização = ou Risco Durante uma operação de crédito as garantias deverão ser examinadas em conjunto com as informações cadastrais, a finalidade da operação, sua forma e as fontes de pagamento Existem dois tipos de garantias, as pessoais e as garantias eals. Pessoal Aval: É a promessa que alguém faz de cumprir obrigação de terceiro realizada através de um titulo de crédito, se o obrigado nao wer a cumprir.

Fiança: É uma garantia ia pessoa fisica ou pessoa juridica se constitui como principal responsável pelo pagamento das obrigações assumidas pelo afiançado, pessoa física ou pessoa jurídica, caso esta não cumpra as obrigações contratadas. Reais Alienação Fiduciária: É o contrato no qual o devedor transfere ao credor a propriedade de bens móveis para garantir pagamento de dlVida com a condição de tornar a ter a propriedade do bem, quando liquidar a dívida. Anticrese: Abandono ao credor das rendas de um imóvel, como compensação de dívida, ou à conta de juros.

Caução: Éo penhor de um direito não material. Exemplo: o crédito. Hipoteca: Garantia baseada no direito real sobre bens imóveis, embarcações ou aeronaves, de forma a assegurar o pagamento da dívida, sem que exista a transferência da posse do bem ao credor. Penhor Mercantil: Chamamos de penhor mercantil a garantia na qual o bem empenhado faz parte integrante do negócio comercial. A informática é também um instrumento de precioso auxílio na análise de crédito. É possível, com uma grande base de ados estatísticos, saber o perfil de um provável bom pagador.

O processo de checagem dos documentos apresentados pelo tomador também influencia da decisão final. Todos estes fatores permitem que a análise de crédito seja possível com maior segurança. O risco de crédito é algo que está presente no quotidiano de qualquer empresa, seja uma empresa da área financeira, seja uma empresa de serviços, comercial ou indus 3 empresa, seja uma empresa da área financeira, seja uma empresa de serviços, comercial ou industrial. No entanto, tendo em conta o negócio ou a área de atividade em que se inserem, as mpresas procedem a análises mais ou menos cuidadas do risco de crédito dos seus clientes.

Desde o estabelecimento comercial de venda ao público que habitualmente não procede a qualquer análise, até às instituições financeiras que procedem a análises bastante exaustivas, existe uma infinidade de casos. A concessão de crédito traduz-se na disponibilização de um valor presente mediante uma promessa de pagamento desse mesmo valor no futuro, que pressupõe a confiança na solvabilidade do devedor, isto é, de que o mesmo irá honrar os seus compromissos nas datas acordadas previamente.

Por outras alavras, o risco de crédito é o risco de perda em que se incorre quando há incapacidade de uma contrapartida numa operação de concessão de crédito. Este risco está intimamente relacionado com fatores internos e externos à empresa que podem prejudicar o pagamento do montante de crédito concedido. Para determinar o risco de crédito de um cliente com maior ou menor exactidão, pode proceder-se a avaliações do risco. Estas avaliações podem ser mais ou menos detalhadas e cuidadas de acordo com a actividade em questão e o peso do crédito concedido no total da facturação da empresa.

Definições de tipo de risco: Venda ao público: Em pequenas e médias empresas, o risco de crédito é avaliado com ba público: avaliado com base na confiança que se gera entre o cliente e a empresa e o historial de crédito do cliente. A análise da capacidade de pagamento da divida é muito superficial, consequentemente, o risco de crédito é agravado. Nas empresas de maior dimensão, são criadas linhas de crédito especiais, normalmente em parceria com instituições financeiras ou com entidades especializadas na concessão de crédito.

Neste caso, é a entidade responsável pelo crédito que avalia o risco do liente, pedindo-lhe uma série de informações (nomeadamente a última declaração de IRS e um documento comprovativo de uma morada fixa, entre outros dados pessoais e profissionais) para elaborar uma ficha de crédito (cuja estrutura é descrita abaixo), que servirá de base para a análise. Em qualquer um dos casos anteriores, os prazos médios de pagamento são, normalmente, reduzidos.

Venda a empresas: Neste caso, a avaliação do risco de crédito tem, à partida, um maior número de Indicadores demonstrações financeiras, historial de crédito da empresa, informações recolhidas pelos róprios vendedores junto do cliente, notícias publicadas pela imprensa de negócios, etc. -, mas os montantes envolvidos também são superiores. Os prazos médios de pagamento são mais alargados do que os praticados na venda a crédito a particulares; estes prazos são reduzidos nos casos em que o risco de crédito é maior e, normalmente, para encomendas de menor montante.

S casos em que o risco de crédito é maior e, normalmente, para encomendas de menor montante. Crédito concedido por instituições financeiras: As instituições financeiras fazem uma análise exaustiva para valiarem o risco de crédito dos clientes, quer sejam empresas, quer sejam particulares, e têm produtos de crédito diferenciados para cada um destes segmentos de clientes. Para os particulares têm, por exemplo, linhas de crédito à habitação, de crédito pessoal, etc. e para empresas têm linhas de crédito para aquisição de equipamento, produtos de financiamento de apoio ao investimento. No caso da concessão de crédito a particulares, o risco de crédito é avaliado com base numa ficha de crédito. Quando se trata de clientes com um risco de crédito mais elevado, devido, por xemplo, ao baixo n[vel de rendimentos, esse risco é reduzido pela existência de um (ou mais) fiador(es) ou de outras garantias de pagamento, por exemplo, bens que estejam no nome do titular.

Quando o cliente é uma empresa, e dado que os montantes de crédito são normalmente superiores aos dos particulares, a análise do risco de crédito é ainda mais aprofundada. A instituição de crédito avalia o risco de crédito também com base numa ficha de crédito, mas concebida especialmente para empresas, que inclui informações relevantes como as demonstrações financeiras, os rácios financeiros, o historial de crédito, etc. Conclusão

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