Atletismo

Categories: Trabalhos

0

Incluindo: – Corrida de Velocidade; – Corrida de resistência (ou pelo campo); – Corrida de Estafeta; – Corrida de Barreiras; – Salto em Altura; – Salto em Comprimento; -Triplo. salto; – Lançamento do Peso; – Lançamento de Dardo; 1 orlo to view nut*ge Introdução… … Pág. Desenvolvimento: Atletismo : Origem… — .. Pág. Dentro do Atletismo: Corrida de Pág. Corrida de resistência (ou pelo campo) ….. .. Pág. Corrida de Estafeta.. . Pág. Corrida de Barreiras…. Origem A palavra atleta tem origem na palavra grega athletés que significa lutador. Assim, o atletismo representa a arte dos lutadores.

A primeira corrida atlética organizada foi no ano 776 a. C. , a data dos primeiros Jogos Olímpicos da Antiguidade, na qual Corobeu de Élida saiu vencedor da corrida do “Stade”, palavra que deu origem a estádio. O comprimento desta prova foi fixado por “Hércules”, por ter percorrido a distância de 600 pés olímpicos, o equivalente a 192,27m. Durante o século XIX foram alteradas as regras deste, primeiro na Universidade onde se organizavam as competições de atletismo e, mais tarde, pelos organismos internacionais e olímpicos para, em 1912, assumirem a sua forma actual.

Em 17 de Julho de 1912, ? fundada a Federação Internacional de Atletismo Amador, em Estocolmo. Desde então, muito poucas alterações se sofreram no sector masculino, já no atletismo feminino o calendário foi substancialmente aumentado. Na Primeira Olimpíada da Era Moderna apareceram as provas de 800m e 1500m masculinos. As provas de 5000m e 10 000m foram introduzidas no calendário olímpico em 1912, nos Jogos de Estocolmo. Fizeram parte do calendário olímpico em 1928 , os 100m 4/100m, o lançamento de disco e o salto em altura no sector feminino.

Mas foi a partir da década de 80 que se operaram as grandes mudanças no atletismo feminino, erminando assim um longo debate e, simultaneamente, quebrando algumas incompreensões, pelo avanço da medicina desportiva e crescente atitude da 10 crescente atitude da mulher face ao desporto contemporâneo. Em, Portugal, a 21 de Novembro de 1921, foi criada a Federação Portuguesa de Sports Atléticos (FPSA), com apenas seis clubes. A 12 de Março de 1922, organizou-se o primeiro campeonato de Lisboa de corta-mato e, no mesmo ano, também foi criado o primeiro campeonato de Portugal, com atletas de Lisboa e do Porto.

Mais tarde, passou a ser chamada por Federação Portuguesa de Atletismo (F. P. A). Origem: Na Inglaterra, a época dos Stuarts foi palco de confrontos nas corridas de longa duração entre corredores profissionais, running- footman. Os ingleses começaram por realizar competições entre mensageiros envolvendo grandes apostas, chegando a ser instituído um prémio de 1000 libras esterlinas para o vencedor. No século XVIII surgiram corredores profissionais que percorriam percursos de 80 km a 150 km.

As corridas de estafetas, que como hoje, tiveram lugar pela primeira vez, na Universidade de Pensilvânia, em 1893, entre duas equipas que percorreram a distância de 4/ 1/4 de milha. Frank g. EllS e HL Geyelin foram oos mentores deste tipo de corrlda de quatro elementos em percursos iguais. Em, 1912, a partir dos Jogos Olímpicos passaram a fazer parte do calendário olímpico, como provas oficiais, as estafetas de 4/100m e 4/400m masculinos. A estafeta de 41100m femininos apareceu nos Jogos Ol[mpicos de Amesterdão, em 1 928, e a estafeta de 4/400m femininos foi introduzida nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972.

Corrida de estafetas. Identificação: A corrida de estafetas, nas distâncias 4/60, 4/80 m ou 4/100 m, é considerada uma corrida: . com percursos iguais, transportando o testemunho durante toda prova; . com transmissão do testemunho dentro da zona de transmissão (20rm; -de velocidade por equipas, constituída por 4 elementos. Por isso, é fundamental nesta actividade desportiva: -transmitir e receber o testemunho dentro da zona de transmissão; -correr rápido, -aliar o esforço individual.

Transmissão do testemunho. Regras: -O testemunho só pode ser passado na zona de transmissão, pois só aqui este é tomado em consideração. -O atleta que fizer a segunda falsa partida será desclassificado, independente de ter sido ele ou não a fazer a primeira falsa partida (desclassificação da equipa). Não é permitido atirar (lançar) o testemunho. Sempre que o testemunho cair, o último a transportá-lo é quem o deverá apanhar. -Não é permitido a um atleta realizar dois percursos. Não é permitido sair da p durante todo o percurso. sinais de referência sobre o seu corredor solo-pista: -um para iniciar a inclinação do tronco; -um para arrancar para a corrida lançada. Contudo, depende da sua aceleração e da rapidez do transmissor. * Após a corrida anunciada e no instante da passagem do testemunho, e no instante da passagem do testemunho deve-se, olhar para a rente para não se perder tempo, coloca-se a palma da mão para baixo, com o braço estendido e o polegar afastado do indicador.

O transmissor deve: -dizer há a “arrancada”do receptor; -realizar a transmissão do testemunho a uma distância curta do receptor e quando este já vai à sua maior velocidade possível de uma partida lançada, dentro de zona de transmissão de imediato, este deve mudá-lo de mão; -executar um movimento de baixo para cima para entregar D testemunho ao receptor. CONSELHO : É mais aconselhado o tipo de passagem do testemunho pela maneira ascendente e a transmissão do tipo exterior, em que transmissor, com o testemunho na mão direita, o entrega ao companheiro de equipa (receptor) pelo lado de fora, para a mão esquerda.

A Linha de chegada (meta) Hoje em dia os concorrentes chegam a linha de chegada quase todos ao mesmo tempo, dai a necessidade de ser rápido a ultrapassá-los, utilizando a mesma técnica da chegada da corrida de velocidade. em 1853. Mas foi em Oxford que se fixou a altura da barreira em 1,067m, no ano de 1866. A prova de 110m barreiras não sofre alterações desde os primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna, realizados em 1896, em Atenas, nem na distância entre elas (9,14m), nem na sua ltura (1 ,067m ou três pés e meio), semelhante à das cercas utilizadas na criação do gado ovino, nem no número de barreiras (10).

Na parte feminina, a corrida de barreiras teve inicio nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1932. com a corrida de 80m. passadas quatro décadas, precisamente em 1972, esta foi alterada para 100m com a altura da barreira a 0,84m, e as 10 barreiras com distância entre si de 8,50m. As barreiras utilizadas até 1935 tinham a forma de um cavalete maciço, ano em que surgiu a barreira em forma de “L” , inventada pelo treinador H. Hillman, que possibilitou uma maior confiança que foi uma grande contributo para a prática da corrida de barreiras.

Corrida de barreiras Identificação A corrida de barreiras, na distância de 60m, de 80m ou de 100m, é considerada uma corrida : . com passadas regulares e sem diminuição de ritmo; -de velocidade com obstáculos, os quals são passados com segurança e rapidez. Por isso, é essencial, nesta actividade desportiva : -executar com rapidez e c passagem das barreiras; PAGF 10 atleta tem de manter-se no seu corredor, durante todo o seu percurso. Em segundo, o atleta que fizer a segunda falsa partida será esclassificado, mesmo que tenha sido ele ou não a fazer a primeira falsa partida.

Em terceiro, não se pode passar nem a perna nem o pé pelo exterior da barreira. Em quarto, não é permitido prejudicar o adversário, especialmente no momento da passagem da barreira. Em quinto, desde que não seja com intenção, o atleta não pode tombar a barreira. Da partida à primeira barreira Numa corrida de barreiras, o ritmo nesta fase, é importante, pela sua influência em toda a corrida. Sendo uma distância fixa, o praticante deve adaptar-se e manter o seu esforço para encontrar o local de ataque ao obstáculo.

Dependentemente da distância percorrida pelo atleta a técnica é sempre a mesma (deve-se colocar o pé da perna de ataque ? barreira no primeiro “bloco”, em relação à linha de partida, isto nos 7 apoios, nos 8 apoios deve colocar-se à mesma o pé da perna de ataque à barreira no segundo “bloco” para o pé da perna de impulsão se encontrar sobre o oitavo apoio. ) Passagem das barreiras Na corrida de barreiras, a transposição é importante; quanto menor for a longitude a percorrer maior será a altura das barreiras e menor a longitude entre elas.

Na passagem das barreira no sentido da corrida; flectir o tronco sobre a perna de ataque, com a ajuda do braço oposto daquela; -passar a barreira com a perna de ataque semiflectida para a frente e para baixo e a perna de impulso flectida lateralmente; -alongar para a frente e para baixo a perna de ataque e realizar o “golpe de tesoura” com a perna de impulso, elevada e flectida lateralmente, baixando-a para prosseguir a corrida; -fazer a recepção com a parte anterior do pé e com a cintura ? frente do pé de apoio.

Corrida entre barreiras O número de apoios deve permitir a passagem das barreiras, sem alterar o ritmo e com uma regularidade precisa. A técnica mais utilizada é a de quatro apoios (três passadas). Os apoios devem ser rápidos e breves, com pouca circulação dos pés, e alinhados no eixo da corrida. Corrida entre barreiras.

Da última barreira à linha de chegada Esta distância deve ser feita com as primeiras passadas ligeiramente curtas (arrancada), que serão aumentadas progressivamente até à meta utilizando a mesma técnica de chegada da corrida de velocidade A evolução do salto em altura deve-se, principalmente, ao facto de , em 1932, aa chamad ter passado a ser feita medalha de prata.

Em 1968, nos Jogos Olímpicos do México, com o avanço ecnológico no fabrico do material desportivo, nomeadamente o colchão, para um bom amortecimento da queda, e a mobilidade de fasquia, passou se a usar a técnica de costas, que foi praticada pela primeira vez pelo norte-americano Dick Fosbury, que obteve a medalha de ouro nesses jogos. Salto em Altura O salto em altura é considerado um conjunto de movimentos coordenados para se conseguir: -ultrapassar a fasquia o mais alto possível; -fazer um salto, chamada a um pé. or isso, nesta modalidade desportiva é importante: -a flexibilidade; -a força de impulsão; -a capacidade de reacção. Salto em altura Qualquer concorrente é eliminado de ois de três derrubes consecutivos da fasquia. P tentativa tem tempo última marca transposta. -Uma tentativa é considerada falhada quando toca no colchão para além do plano dos postes ou derruba a fasquia. Medição da altura da Fasquia: Dois tipos: -no centro da fasquia; -nas extremidades da fasquia.

Técnica de fosbury-flop O atleta deve fazer : -a corrida de balanço, nas três ou quatro últimas passadas, trajectória curva e preparação para a chamada. -A impulsão ou chamada, colocando o pé de impulso com rapidez, à distância de dois pés da fasquia, apoiando-se totalmente no olo e “travagem”, para fornecer velocidade de impulsão; a perna de ataque deve de estar flectida e o corpo deve formar uma linha vertical, desde o ombro ao pé, na posição de impulsão para o salto. O voo ou fase aérea, descontracção do corpo, projectando-o para a frente e para cima, com uma rotação interna da perna de ataque flectida, para facilitar a extensão da cintura e, de seguida, a formação do “arco” ou “ponte”. Após a passagem dos ombros e das costas sobre a fasquia, deve efectuar-se uma flexão das mesmas, executada pela cabe a ao tocar o queixo no peito.

Emergencia – comissбrios de voo

0

ESCOLA DE AVIAЗAO CIVIL eStacks App Player. y: System. OutOfMemoryException: 8blAaHO ncK_noqeH’4e Mna stem. OutOfMem aryExcepti an”. System. Threading. Thread.

Read More

Relaзoes de genero na sala de aula

0

RELAЗХES DE GКNERO NAS PRБTICAS ESCOLARES E A CONSTRUЗAO DE UM PROJETO DE CO-EDUCAЗAO AUAD, Daniela – FEUSP GE: Gкnero,

Read More