Teoria das restrições

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A Teoria das Restrições O israelense Eliyahu Goldratt ainda quando estudante de ffsica, desenvolveu para um amigo um sistema de planejamento de fabrica para a produção de gaiolas para aves, sistema este que sewiu de base para o software Optimized Production Technology – OPT focado para programação da produção. (COGAN, 2007). Segundo Meleton apud Guerreiro (1996) Goldratt utilizou uma técnica de previsão do comportamento de um átomo para desenvolver o modelo de otimização da programação de produção, com grande numero de variáveis.

Com a evolução do istema OPT através de sua aplicação prática, surgiram vários princípios e pensamentos que embasaram a produção otimizada. Swipe lo nexL page Foi constituída, em 1 comercializar o softw org em Israel posteriorm te « to view nen como Inglaterra, Esta Uma das premissas fil Output Inc. , para ercado era restrito em outros países GUERREIRO, 1996) e para o alcance dos objetivos, torna-se necess rio o pleno entendimento dos tipos de recursos disponíveis nas empresas, bem como de seu inter relacionamento.

Estes recursos são classificados como recursos gargalos e recursos não gargalos. Conforme Correa e Glanesi, (1 996), os gargalos são considerados como recursos restritivos, ou seja, aqueles que limitam a capacidade produtiva e os não-gargalos possuem capacidade maior do que a demanda, sendo assim, devera haver um balanceamento do fluxo, devendo os recursos não gargalos estar subordlnados aos gargalos para que não haja um acúmulo de estoques.

Isto se explica pelo fato de que se um determinado setor da empresa apresenta uma restrição na produção de um tipo de produto, os demais setores da empresa devem seguir o mesmo ritmo do setor com recurso restritivo. De acordo com Cogan (2007), Goldratt observou que o programa estava tendo resistência em sua aplicação, sendo assim, com o intuito de corrigir esta dificuldade escreveu alguns livros, sendo o precursor de suas obras o livro i5A metai- no ano de 1984 em parceria com Jeff Cox, que deu origem à nova filosofia chamada de Teoria das Restrições.

A Teoria das Restrições parte do pressuposto de que toda entidade possui uma restrição que limita o desempenho de suas atividades no alcance de suas metas, tendo em vista que a meta principal de toda empresa e a lucratividade e que se não xistissem as limitações os ganhos seriam infinitos. Guerreiro (1 996, p. 14), expõe que existem dois tipos de restrições: a primeira e a física, engloba mercado, fornecedor, maquinas, materiais, pedido, projeto, pessoas e denominada de restrição de recurso, e a segunda e a restrição política, iSformada por normas procedimentos e praticas usuais do passado. 2. 1. Método ambor, Pulm politica, iSformada por normas procedimentos e praticas usuais do passado. 2. 1. 1 Método Tambor, Pulmão e Corda No desenvolvimento de sua teoria, Goldratt comparou o processo produtivo a uma corrente que apresenta rompimento sempre o elo mais fraco. Na ótica empresarial este elo e considerado a restrição do sistema, também conhecido como recurso gargalo. De acordo com Cogan (2007, p. 13), ião desenvolvimento do método tambor-pulmào corda, característico da aplicação na logística de produção, foi feito por meio da analogia com uma tropa, conforme exposto no livro A corrida.

Podem-se considerar os soldados da tropa como os diversos recursos da empresa, tais como maquinas ou seções/setores de trabalho. A distância entre o primeiro e o último soldado pode ser comparada ao inventario em uma empresa fabril. No inicio da marcha os soldados estão juntos, mas ao decorrer do percurso, a dispersão e inevitável. Por este motivo, coloca-se o soldado mais lento no inicio da tropa para que este dite o seu ritmo, evitando a dispersão, pois os demais soldados terão que acompanhá-lo para não atrapalhar a velocidade total.

Outra maneira de evitar a dispersão da tropa seria colocar um tambor para marcar o ritmo dos soldados. Já que o soldado mais lento e quem dita o ritmo total, se este marchar de acordo com o ritmo do tambor, a dispersão será controlada e a velocidade total não será afetada. Para não comprometer o proces PAGF3rl(F8 dispersão será controlada e a velocidade total não será afetada. Para não comprometer o processo, e necessário um estoque de material para o abastecimento do recurso gargalo, mantendo este recurso sempre ocupado.

Este estoque e chamado de pulmão. Ainda na analogia tambor-pulmão-corda, se for colocada uma corda na tropa, esta marcará a distância entre um soldado e outro. No processo produtivo a corda significa tempo gasto entre um processo e o seguinte. Sendo assim, o recurso gargalo e aquele que define o processo produtivo, tendo em vista que inviável os demais recursos trabalharem em sua capacidade máxima, pois o total da produção estará limitado ao recurso restritivo. 2. 1. Medidas de desempenho Goldratt desenvolveu novas medidas de desempenho para avaliar se as empresas estão atingindo suas metas, já que considera as medidas tradicionais, comumente utilizadas pela contabilidade de custos, ineficientes e pouco praticas. As novas medidas são as seguintes: Ganho é a taxa em dinheiro gerada através das vendas. Significa a diferença entre as vendas e o custo do material direto, considerado nesta teoria com única despesa varável. Este conceito corresponde à margem de contribuição, pois a TOC define a mão de obra direta como despesa fixa.

Inventario é todo dinheiro investido na compra de coisas com a pretensão de venda e uso. Este conceito difere do conceito dado ao inventario pela contabilidade, já q PAGF ao inventario pela contabilidade, já que exclui o valor adicionado da mão de obra e despesas gerais. Despesas operacionais é o dinheiro gasto para transformar inventario em ganho. Esta medida corresponde aos custos, despesas fixas e a mão de obra direta. segundo corbett Neto apud Giuntini (2002, p. ) isa -roc afirma que qualquer coisa pode ser classificada nestas três medidas, e que as três são o suficiente para fazermos a ponte entre o LL e RSI com as ações diárias dos gerentesi”. Estas três medidas estabelecem as seguintes formulas: LL = G-DO RSI = (G-DO)/I Onde: LL- Lucro Liquido RSI= Retorno sobre Investimento G- Ganho Total da Empresa DO= Despesa Operacional Total l- Investimento Total Com essas medidas, identifica-se como fator principal da TOC o ganho. Maximizar esse ganho e a premissa principal da Teoria das Restrições, em contraponto ao arcabouço teórico tradlcional que isa à redução dos custos.

Como sempre existe uma restrição no sistema, busca-se eliminá-la a fim de elevar o ganho da empresa de forma constante. A Teoria das Restrições esta estruturada em cinco passos que servem de esqueleto para a ampliação do ganho. O objetivo dessa estrutura e manter o gestor focado nos recursos restritivos do sistema. 2. 1. 3. Os cinco passos para o alcance da meta de acordo com a TOC, 0 10 passo é identificar a restrição do sis o alcance da meta de acordo com a TOC, 0 10 passo é identificar a restrição do sistema.

Todo sistema possui uma ou mais estrições, limitando o ganho. Goldratt afirma que as restrições físicas são facilmente detectadas, já as restrições de mercado fogem do controle das empresas e ainda na maioria das vezes, a real restrição e alguma política interna da entidade. 20 Passo – Explorar a restrição do sistema IV Tirar o Maximo proveito das restrições para a obtenção de melhores resultados. 30 passo – Subordinar qualquer outra coisa a decisão acima. Fazer com que todos os recursos do sistema operem de acordo com o recurso 40 passo – Elevar a restrição.

Este passo valoriza o investimento o recurso restritivo aumentando a sua capacidade produtiva. 5a passo – Se uma restrição for elevada, volte ao primeiro passo, nunca permita que a inércia seja a maior restrição do sistema iv A partir da elevação da restrição no 40 passo, deve-se voltar ao 10 passo, pois com a modificação da restrição todo o sistema deve ser reavaliado, pois o gerenciamento de todos os recursos e feito com base na restrição. 2. 1. 4. Princípios da Otimização A Teoria das Restrições estabelece nove princípios para a programação da produção.

Partindo do lema de que isa soma dos ?timos locais não e igual ao ótimo total, contrapondo com o lema convencional que e a única maneira de chegar ao ótimo total e a garantia dos ótimos locai com o lema convencional que e a única maneira de chegar ao ótimo total e a garantia dos ótimos locais conforme explana Goldratt apud Cogan (2007, p. 25). 1. Balancear o fluxo e não a capacidade A importância esta no equilíbrio do fluxo de produção da fabrica e não da demanda, ou seja, a ênfase recai sobre o fluxo de materiais e não na capacidade instalada dos recursos.

Mas para isso e necessária a identificação das restrições do sistema que ão limitar o fluxo. 2. O nivel de utilização de um recurso não-gargalo não e determinado pelo seu próprio potencial, mas por outra restrição do sistema Determina que a utilização de um recurso nao-gargalo e estabelecida em função das restrições existentes no sistema, por limitação de capacidade de um recurso ou de demanda de mercado. . A utilização e a ativação de um recurso não são sinônimas A utilização representa o uso do recurso nao-gargalo de acordo com a capacidade do recurso gargalo, já a ativação, representa o uso do recurso nao-gargalo em volume maior do que a apacidade do recurso gargalo, este não contribui com os objetivos da otimização que seria o balanceamento do fluxo. 4.

Uma hora perdida no gargalo e uma hora perdida no sistema inteiro Tendo em vista que deve haver um balanceamento do fluxo estabelecido pelo gargalo, qualquer tempo perdido neste, diminui o tempo total disponível para atender o volume, sendo assim, somente haverá beneficio na diminui o tempo total disponível para atender o volume, sendo assim, somente haverá beneficio na programação da produção reduzindo o tempo de preparação nos recursos gargalos, umentando assim a capacidade do fluxo. 5.

Os gargalos governam os ganhos e o inventario Conforme exposto acima o sistema e governado pelo recurso gargalo, tendo em vista que este determina o fluxo de produção e consequentemente o inventario e os ganhos. 6. O lote de transferência não pode e muitas vezes não deve ser igual ao lote de processamento O lote de transferência deve ser de acordo com a capacidade do setor em que será executada a próxima atividade no produto, tendo em vista que não e vantajoso repassar todo lote processado se este não puder ser efetivamente concluído em uma próxima etapa. O lote de processo deve ser variável e não fixo. Os lotes de processamento podem variar de uma operação para outra, ao contrario dos modelos de sistemas tradicionais, conduzindo a um problema de escolha do tamanho do lote a ser adotado, uma vez que as características das operações individuais podem conduzir a um calculo de lote diferente. 9. Os programas devem ser estabelecidos considerando todas as restrições Simultaneamente A programação da produção, o quanto e quando se deve produzir, seguira de acordo com as restrições do sistema. PAGF8rl(F8

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