Dna, formação do cromossomo, grupos cromossomicos

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LISTA DE LUSTRAÇÕES Figura 1 – Esquema do de formação do cromossomo, desde as bases nitrogenadas ao cromossom07. Figura 2 – Metacêntrico,submetacêntrico e Acrocêntrico, respectivamente. 8. Figura 3 -Grupos cromossômicos 10. Figura 4 – Células em metáfase 11. Figura 5 – Desenho 1 16. Figura 6 – Desenho 2 17. ar 8 Swipe to page UNIVERSIDADE FUMEC RELATÓRIO DA AULA PRÁTICA DE GENÉTICA Colheita 13 3. 2- Cultura de Linfócitos 13 3. 3- Hipotonia 13 3. 4- Fixação 13 3. – Preparação de Lâminas 14 5 RESULTADOS 16 6- DISCUSSAO 17 7 – REFERCNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 17 – INTRODUÇÃO Esta apresentação tem como fim elaborar os conhecimentos sobre a aula prática, requisitada pela professora Maria Lecticia. O trabalho envolve aos conhecimentos e experimentos feitos em torno de assuntos relacionados ao cariótipo humano, onde ocorrem algumas das principais funções da célula em referência à sua capacidade de transmitir às suas células-filhas seu material genético, interferindo em sistemas, órgãos, e desta maneira, a funcionalidade geral do corpo humano. 1. – Visão geral de Genes Os genes, que são seqüencias de DNA contendo informações ara codificar as cadeias polipeptídlcas de uma proteína, são os responsáveis pela transmissão hereditária das características de uma geração para outra. O material genético de cada cromossomo consiste de um filamento muito longo de DNA contendo inúmeros genes. [BORGES-OSÓRlO, 2001]. Há um princ[pio geral na organização de qualquer material genético, na qual ele se torna uma massa compacta em um área limitada, tendo as atividades de replicação e transcrição ser realizadas dentro desses limites. [BORGES-OSÓRIO, 2001].

O DNA é compactado em cromatinas e que por sua vez é ompactada em cromossomos, como é esquematizado na Figura Lembrando que o número cromossômico não é o mesmo entre as espécies. nitrogenadas ao cromossomo Essa condensação da cromatina, como já foi dito, facilita o movimento e a distribuição igual para as células-filhas na divisão celular. Porém, se a cromatina fosse condensada no tempo todo da vida celular, as atividades celulares ficariam comprometidas, pois com essa condensação há uma diminuição considerável na área de contato, como visto na região onde é localizada heterocromatinas.

OUNQUEIRA, 2008] 1. 2- Cariótipo Os cariótipos são descritos pelo número de cromossomos, pela sua constituição cromossômica sexual e por qualquer alteração presente. Suas posições nos cromossomos são descritas de acordo com a Convenção de paris, sobre a nomenclatura. Segue exemplos dessa nomenclatura: p = braço curto; q = braço longo; t translocação; Del deleção; dup duplicação; inv inversão e der = cromossomo derivado, cuja estrutura então deve ser especificada. READ, 2008] Os cromossomos apresentam em seu centro um estrangulamento chamada centrômero, formando assim filamentos em forma de bastonete chamados de cromátides. Dependendo da posição do centrômero, podem existir até três tipos de cromossomos: Metacêntrico, Submetacêntrico e Acrocêntrico. [JUNQUEIRA 2008] O metacêntrico é um cromossomo com o centrômero em seu centro. O submetacêntrico é o cromossomo com o centrômero um pouco afastado do meio. E o acrocêntrico é o cromossomo com o centrômero bem próximo dos pólos, demonstrado pela Figura 2.

LJUNQUEIRA, 2008] respectivamente. Os 46 cromossomos são divididos em 23 pares, sendo 22 pares aut pares autossômicos e um par sexual. Suas classificações foram determinadas em diversos congressos e conferencias nos ultimos empos, como de Chicago em 1966, Londres em 1963, paris em 1971 e sendo o mais recente em 1995. Os pares autossômicos são numerados de 1 a 22 em ordem decrescente de tamanho e os cromossomos sexuais recebem a anotação de X e Y. Esses pares então, são divididos em grupos alfabéticos, sendo um total de 7 grupo, de A até G, como demonstrado na Figura 3.

Para a distribuição nos diferentes grupos, deve-se obedecer os seguintes critérios: Grupo A: Três maiores pares cromossômicos metacêntricos; * Grupo B: Dois maiores pares cromossômicos submetacêntricos; * Grupo C: São 15 cromossomos submetacêntricos no homem, 16 na mulher pela presença de mais um X; * Grupo D: São 3 pares cromossômicos acrocêntricos de tamanho médio; * Grupo E: Três pares cromossômicos submetacêntricos pequenos; * Grupo F: Dois pares pequenos de cromossomos metacêntricos; -k Grupo G: Dois pares cromossomos acrocêntricos pequenos, mais o Y no homem. Figura 3- Grupos cromossômicos 1. – Estudo cromossômico Os cromossomos são tão estudados, porque além de serem mais fáceis de serem visualizados, alterações cromossômcas são importantes em várias situações clínicas diferentes: [READ, 2008] k São causas de infertilidade e abortos recorrentes; * Praticamente 1 recém-nascido em cada 200 tem malformações congênitas multi las devido a uma alteração cromossômica; devido a uma alteração cromossômica; Para o estudo de cromossomos ao microscópio, é necessário ter células em divisão, mais especificamente na metáfase, pois essa fase mitótica é onde os cromossomos estão condensados ao máximo, facilitando sua visualização, como demonstrado na Figura 3. [BORGES OSÓRIO,2001] Figura 4- em Metáfase 1. 4- Obtenção e meio de cultura A obtenção de amostras de células de sangue, pele ou de utros tecidos fornecerá grande quantidade de células, mas poucas, ou nenhuma, estarão em divisão. READ, 2008] Técnicas recentes permitem o exame dos cromossomos em pró-metáfase, fase na qual os cromossomos estão mais estendidos do que na metáfase, possibilitando um maior grau de resolução nas bandas obtidas. [BORGES-OSÓRIO, 2001] O material mais adequado para esse tipo de estudo são os linfócitos do sangue periférico pela sua fácil coleta. Várias substâncias funcionam como estimuladores mitóticos para acelerar a divisão celular. A técnica mais usada, neste caso, é a microtécnica ou icrocultura, através da cultura de linfócitos sanguíneos com diferentes reagentes para estimular e parar a diwsão na metáfase para poder possibilitar a visualização dos cromossomos em seu nível máximo de condensação. [BORGES-OSÓRIO_ 2001] Novas técnicas foram criadas com uma sensibilidade muito maior.

A partir da década de 70, foram criadas técnicas de marcação cromossômica, na qual é feita a descoberta dos pares homólogos graças às técnicas de bandas Q, R e G. [KASAHARA, 2001] 2 – OBJETIVOS O objetivo do trabalho foi a obtenção de cromossomos metafásicos através da técnica de Moorehe bjetivo do trabalho foi a obtenção de cromossomos metafásicos através da técnica de Moorehead e Col e identificar seus grupos cromossômicos através da visualização microscópica. 3- MATERAIS E MÉTODOS 3. 1. colheita Foi colhido 5 ml de sangue através de punção venosa com agulha e seringa descartáveis previamente heparinizada (0,1 mL de Liquemine), após assepsia local com álcool iodado ou álcool 3. – Cultura de Linfócitos Foi adicionado 20 gotas de sangue total heparinizado e 5 gotas de fitohemaglutinina a frascos de cultura contendo 5 ml de meio de cultura contendo 20% de soro fetal bovino. Efetuado toda a operação em câmara de fluxo laminar, com material estéril. Colocado os frascos de cultura em estufa a 37C por 72 horas. De 30 a 45 min antes do fim desse período foi acrescentado duas gotas de colquicina ao meio de cultura. Ao final do período de incubação, retirado os frascos da estufa e agitados levemente. Foi então centrifugado por 5 rmn a 900 rpm e retirado o sobrenadante. 3. 3- Hipotonia Foi utilizado a técnica direta na qual é usado uma solução hipotônica de KCL 0,075M aquecida a 37C.

Então é adicionado 5 ml da solução hipotônica de KCL, agitado, incubado a 37C por 15 in, repetido a agitação após 15 min, incubado por mais 15 min a 37C, agitado novamente e interrompido com 0,5 ml de fixador. 3. 4- Fixação O material foi centrifugado por S min a 900rpm. Retirado o sobrenadante, ressuspend nto e aspirado com pipeta. Foi novamente ressuspendido o material e centrifugado a goo rpm por 5 min. Retirado o sobrenadante e repetido o procedimento por mais três vezes. Após a ultima lavagem com fixador, foi deixado uma quantidade de sobrenadante proporcional ao sedimento. 3. 5- Preparação de Lâminas Foi limpo as âminas em álcool-éter (1:1) e enxugadas com papel bsorvente.

Foi pingado 3-4 gotas do material ressuspendido sobre a lâmina levemente inclinada e deixada secar em temperatura ambiente. 5- RESULTADOS O material foi analisado em microscópio, porém não foi possível identificar células em metáfase, não levando, assim, a uma análise confiável e correta do material. Este apresentava células com baixo crescimento e não havia cromossomo visível. Em todas as lâminas feitas pela sala ocorreu este mesmo erro. Então, foi feito uma análise de uma lâmina já pronta, de outro individuo. Abaixo encontra-se os desenhos feitos através da análise feita. Desenho 1- Lâmina:H2 – 20 x 20 6 DISCUSSÃO Existem vários motivos pelo qual não foi possível realizar a análise microscópica confiável das lâminas.

Considerando que houve insucesso em todas as lâminas da sala, os possíveis erros possivelmente podem ter sido por contaminação externa, falha em manter uma temperatura ou quantidade de gases favoráveis na estufa, erro na preparação dos reagentes, velocidade da centrifugação, já que esses erros poderiam afetar todas as culturas. Também, como é a primei ala prepara esse tipo de dos próprios alunos, como na retirada do sobrenadante ou na gitação dos tubos de ensaio. As soluções seriam uma verificação dos meios, mitógenos, fixadores, uma centrlfugação mais rápida ou lenta, verificar a esterilidade dos materiais e meios e outras possíveis formas de erro humano ou mecânico dos equipamentos utilizados. Do material de outra lâmina analisado foi possível grupos cromossômicos de fácil contagem e identificação, facilitando a análise e seu subsequente desenho. 7 – REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS AMABIS, Mariano; MARTHO, Gllberto.

Fundamentos da Biologia Moderna. Volume Unico. SP: Moderna, 2007. JUNQUEIRA, Luiz; CARNEIRO, José. Histologia Básica. 11 ed. R]. Guanabara Koogan, 2008. BORGES-OSÓRIO, Maria Regina; ROBINSON, Wanyce Miriam. Genética Humana. 2 ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2001. KASAHARA S. (2001). práticas de Cltogenética. Universidade Estadual Claro. aaaaaaaaaaaaaapaulista, Rio READ, Andrew; DONNAI, Diana Genética clínica: uma nova abordagem. Porto Alegre: Artmed Editora, 2008. THOMPSON & THOMPSON. Genética Médica. 5a edição. Ed. Guanabara aaaaaaaaaaaaaaKoogan. Rio de Janeiro. 2002. Disponível em: < http://vvww. geocities. ws/rubenspazza Acesso em: 27 de novembro de 2011.

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