Mito da caverna

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O denominado mito da caverna, também conhecido como alegoria da caverna foi criada pelo filósofo Platão, a qual se trata da exemplificação de como é possível nos libertar da condição da escuridão que nos aprisiona a partir da luz da verdade, ou seja, imagine um muro alto que separa você do mundo externo de uma caverna, e nesta caverna existe uma fresta por onde existe um feixe de luz.

Quando se fala em filosofia, muitos estudiosos comentam da analogia que pode ser realizada entre o filme ‘Matrix’ e o mito da caverna, sendo que as similaridades e iniciam com Sócrates e Neo, respectivamente grande filósofo grego comparado com a personagem principal do longa- metragem. Qual a analogia existente? Assim como Sócrates, a Swipe lo nexL page personagem Neo qu o envolvia, da mesm or7 despertar o pensam o Sv. pe to view enquanto Neo busca fora da ‘Matrix’ e con e o sistema que grego buscava no entanto, ara a realidade tes desejava fazer com que as pessoas buscassem o conhecimento, principalmente através da conhecida frase: ‘Conhece-te a ti mesmo’. Em relação à mitologia de Platão, este filósofo e matemático rego, escreveu em sua obra ‘A República’ a alegoria do mito da caverna, a qual serviu como base para a o desenvolvimento desta trilogia de grande sucesso de bilheteria. ? fálcil notar que existe um grandioso abismo entre os séculos que separam a obra de Platão com o filme ‘Matrix’, no entanto, ambos os trabalhos possuem características similares. No texto de Platão, as personagens se encontravam aprisionados em uma caverna, privados do mundo que o cerca, imóveis até que certo dia, um deles conseguiu escapar e assim chegou ao mundo fora da escuridão da caverna.

A princípio a personagem ficou super surpresa com a realidade e com a luminosidade do sol, e logo se contentou com seu novo mundo e com grande compaixão em relação aos seus companheiros, a personagem voltou à caverna para informá-los sobre a realidade fora da escuridão. No entanto, seus companheiros não deram a mínima atenção ao que foi dito por aquele que conseguiu chegar a luz do sol chamando-o de louco, pois por estarem tão enraizados e acostumados com a caverna não pensavam na existência de um novo mundo.

Já no filme ‘Matrix’ a mente das personagens está armazenada m um programa que recebe o nome de ‘Matrix’, tal programa que tem a capacidade de simular uma realidade humana praticamente perfeita e enquanto viajavam neste mundo, sua energia provinda de impulsos elétricos eram sugadas pelas maqulnas que dominavam o mundo real.

Desta forma, tanto no filme ‘Matrix’ quanto no mito da caverna o enredo conta com personagens presos em um mundo considerados por eles real e verdadeiros, apesar de estarem vivendo em um mu PAGFarl(F7 personagens presos em um mundo considerados por eles real e verdadeiros, apesar de estarem vivendo em um mundo que ão condizia com a verdade, isto é, em um mundo totalmente smulacro. No contexto do filme, matrix é um mundo virtual onde as pessoas vivem..

Como elas não tem consciencia que o mundo delas é virtual, elas acham que ele é real e assim vivem Na alegoria, as sombras que as pessoas da caverna obersarvam na parede são consideradas como pessoas de verdade.. Ou seja, a voz que eles ouvem ( que vem de fora da caverna ) são associadas as sombras em si, de forma que as sombras sejam consideradas o lugar daonde vem as vozes.. Nesse contexto, as pessoas da caverna consideram esse mundo omo sendo real para elas A semelhança fundamental entre os dois então, é a percepção..

Percepção é aquilo que torna algo real ou não para uma pessoa.. e para a percepção de uma pessoa, “real” geralmente é aqullo que voce conhece mais.. a sua “zona de conforto” Tanto isso que, em ambos os casos ( no filme ou na alegoria ), quando existem situações onde o conhecimento daquilo que era considerado como “real”, entram em choque com outra “realidade” ( que em ambos casos, essa sim seria a real ) , existe uma FORTE tendencia a nega-la como sendo verdadeira

Explorando a Caverna de Platão Morgan (1996) leva à érea de administração um novo modo de analisar o mundo organizacional, fazendo relações do mesmo a histór PAGF3rl(F7 um novo modo de analisar o mundo organizacional, fazendo relações do mesmo a histórias e contextos figurativos, possibilitando uma análise mais ampla e dinâmica do homem sobre o assunto que tanto o envolve.

O trabalho foi criado pelo homem e por ele valorizado como sentido de fazer e agir. Desse modo, o próprio homem caiu em sua armadilha, ou seja, vivendo num ambiente de trabalho se iu mediado por regras, condutas e culturas que passaram a comandar seu comportamento e suas atitudes. Assim como Jung (2002) coloca como base de sua teoria, o ser humano em seu aspecto mais simples, ao nascer, já possui algumas Imagens, alguns temas, ditos como universais e coletivos.

A partir destes conteúdos, dependendo de como cada um lida com estes temas, eles podem se tornar complexos contidos em nosso inconsciente, sob as sombras que não nos são possíveis reconhecer, mas emergem sempre que nos encontramos diante de uma situação inquietante. Assim, as rganizações fazem parte destes conteúdos universais e são vivenciadas por cada um de maneira diferente, mas todos a vivenciam.

Estes conteúdos coletivos podem explicar a necessidade do homem de pertencer a algo complexo, permeado por leis e normas explicitas e implícitas, sendo as últimas aqueles comportamentos que todos aderem, que todos respeitam, mas que não precisam ser ditos ou escritos, simplesmente são seguidos pelo homem, sem uma explicação clara e razoável. Esses conteúdos escritos, simplesmente são seguidos pelo homem, sem uma explicação clara e razoável.

Esses conteúdos explicam as organizações vistas como prisões psíquicas de Morgan (1996) e identificam uma instituição que sempre estará ligada ao controle e ao domínio do ser humano, por mais liberais que possam parecer, afinal, tais temas encontram-se interiorizados. Lapassade (1983) afirma que em nossa sociedade burguesa, os grupos humanos contêm uma dimensão oculta, não analisada, os quais ele denomina de instituição, bem como a organização de negócios analisada neste texto.

Instituição vem a ser tudo que está institu(do, ou seja, normas, leis, estatutos, horários, entre outros. Esta instituição serve como um instrumento mantenedor da ideologla dominante, pois é ela quem determina como será a organização social, em consequência, o tipo de relação social entre as pessoas que compõe a mesma. De acordo com Bleger (1987) apud D’antino (1998), a instituição se define como um conjunto de normas, padrões e atividades agrupadas em torno de valores e funções sociais.

A institu içao possui uma função organizadora subjetiva da personalidade, é um instrumento de regulação, organização e controle social, bem como instrumento de regulação e equilíbrio da personalidade. ode-se dizer que a dimensão institucional se presentifica através de suas ações e relações, manifestando a transformação e a adaptação do homem em seus respectivos espaços in relações, manifestando a transformação e a adaptação do homem em seus respectivos espaços Instituídos. ? reguladora das relações sociais, mediada por alguma forma de poder em que sujeita implicitamente o Indivíduo às normas, leis, regras e valores sociais, possibilitando a formação psicossocial do sujeito ao mesmo tempo em que é constituída por ele. A instituição nao existe somente enquanto entidade abstrata, as enquanto produto e produtora da ação dos sujeitos que a constituem. Para Pichon-Riviére (1991) apud D’antino (1998), a instituição é um lugar de agregação e formação social dos sujeitos.

O homem é um ser de necessidades que só se satisfaz socialmente em relações que o determinam. O sujeito é um ser relacionado e produzido. Outro estudioso das instituições e do controle exercido pelas mesmas, bastante conhecido por estudos em penitenciárias é o Foucault (2007), que em seu livro Vigiar e Punir comenta sobre algumas técnicas de dominação utilizadas pelo homem, sem ue este as perceba.

Dentre tantos assuntos, Foucault comenta sobre o panóptico, encontrado em prisões, mas que pode ser metaforizado em todas as instituições e inclusive na sociedade em geral. O conceito de panóptico é um dispositivo que tem como objetivo ver sem ser visto. Induz um estado consciente e permanente de visibilidade que assegura o funcionamento automático do poder. Baseia-se no controle e na vigília.

Com as análises feitas pelos auto PAGFsrl(F7 Com as análises feitas pelos autores acima, podemos verificar que a instituição, constelação onde as empresas estão inseridas, ? estudada pelo homem a fim de desmistificá-la, exercendo certo fascíxercendo certo fascm afim de desmistificcupa em stituiço, conhecido em complexos, permeado por leis e normas explicitas e implnio e fantasia que são enraizadas na humanidade, podendo ser comparado ao inconsciente coletivo de Jung ou até mesmo contendo aspectos recalcados da estrutura inconsciente descrita por Freud ou comportamentos condicionados como estudado por Skinner.

Mas, há um elemento que todos concordam: que os comportamentos, as ações, as prisões, os controles, o poder, os mitos, as atitudes e a cultura de uma organização são specialmente complexas, pois ocorrem num espaço particular da experiência humana.

A análise destes fatores, portanto, deve ser realizada com cuidado para não prejudicar nem a organização, nem as pessoas que nela trabalham, e é de extrema importância para perceber situações de incômodo, de desânimo e até de assédio moral que possam estar ocorrendo dentro da instituição que você trabalha e se precaver e atuar para que haja um equilíbrio psíquico da organlzação antes que comece a notar os sintomas negatlvos, atingindo as pessoas e os investimentos.

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