Conceitos basicos – retificacao

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SUMÁRIO 1 REVISAO BIBLIOGRAFICA 2 . 1 PROCESSOS DE USINAGEM2 -2 PROCESSO DE RETIFICAÇÃO 3 I . 3 REBOLOS – COMPOSIÇÃO E PROPRIEDADES 4 1. 3. 1 GRÃO ABRASIVO 5 I . 3. 2 LIGANTES 7 1. 3. 3 POROSIDADE 8 I . 3. 4 GRANULOMETRIA 8 1. 3. 5DUREZA 10 conseqüentemente calor. O atrito no flanco dos grãos desgastados e a deformação plástica do material retificado geram a maior parte do calor, que é dissipado por três elementos do processo: o próprio grão abrasivo, o cavaco e o fluido refrigerante. I [picl Figura 2 – Distribuição de energia durante a retificação

Fonte: Bertalan, 1997 3 REBOLOS – COMPOSIÇÃO PROPRIEDADES Os rebolos utilizados em retificação são formados basicamente por 3 componentes, ilustrados na figura 3: Figura 3 – Composição do rebolo Fonte: Badger, 2003 1 GRÃO ABRASIVO O grão abrasivo consiste num material duro com propriedades específicas e possui uma geometria não definida. Esta dureza deve ser superior a do material que sera usinado; trata-se de um material fr nho estabelecido por I Figura 6 – Grão de óxido de alumínio cerâmico I Fonte: O Autor – Microscópio Nlkkon ampliado 30x

O Carbeto de Silício é caracterizado por ter dureza elevada e ruptura frágil e é indicado para retificação de materiais com baixa resistência a tração. Dentre os tipos de carbeto de silício pode-se citar o carbeto de silício preto e verde. A figura 7 mostra o grão abrasivo de carbeto de silico preto. Figura 7 – Grão de carbeto de silício preto Fonte: O Autor – Microscópio Nikkon ampliado 30x Segundo BADGER (2003) o Nitreto de Boro Cúbico possui altíssima dureza e otima condutibilidade térmica, utilizado em altas velocidades de corte obtêm-se ótimos resultados no rocesso com emprego deste tipo de grão.

O CBN pode ser aplicado para todo tipo de aço, mas principalmente em aços endurecidos. O Diamante é o abrasivo mais duro conhecido, tem alta condutibilidade térmica e é utilizado para retificação de metal- duro, quartzo, cristal e reafiação de outros diamantes. Também é possível a retificação de aços com rebolos de diamante, porém o alto custo do processo torna sua utilização inviável, pois existem ferramentas abrasivas convencionais mais baratas que garantem boa qualidade para este tipo de material. 6, 54, 60, 70, 80 e 100; médios, 120, 150, 180 e 200; finos e os extrafinos de 240 a 2000.

Esta nomenclatura é válida para abrasivos convencionais, já os superabrasivos possuem padronização dlferenciada. A tabela 1 mostra o tamanho de grãos abrasivos divididos em classes desde finas até grossas e o diâmetro médio do grão abrasivo em milímetros. I Consideração da granulometria I Tamanho do grão abrasivo I Diâmetro do grão abrasivo em milímetros I Grosso 110 11,52 112 11,27 130 10,51 Médio 136 10,42 10,33 160 10,25 1150 1180 10,08 1220 | 007 1240 0,06 I Muito fino 1280 10,05 para superabrasivos existe outra normalização quanto ao tamanho dos grãos abrasivos, indicado na tabela 2.

I Granulações por peneiração I Diamante Standart I Nitreto de boro Standart Comparação: US Stand. ASTM I Grandeza nominal I Comparação: DIN 848 Estreito Largo I Estreito La rgo – FEPA IDIOOI IBIIOI 118/20 11000/850 | 0851 ID852 | 3851 | 3852 120/25 120/30 1850/710 | 3601 I B602 130/35 130/40 | 600/500 | 0450 | 0501 I B501 135/40 | 500/425 | 0356 | 3356 45/50 | 355/300 0220 | 0301 I B301 150/60 1300/250 10180 PAGF Ig

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